Fisipe abre as portas à comunidade
Instalada desde 1976, na freguesia do Lavradio, a Fisipe convidou a comunidade barreirense a conhecer os seus serviços e produtos, a 16 de Janeiro, numa iniciativa intitulada “Dia Porta Aberta”.

Por Joana Peralta
Nascida da associação da Companhia União Fabril com a Mitsubishi, em 1973, como fábrica de fibras acrílicas, a Fisipe instalou-se e tem-se desenvolvido no complexo industrial do Lavradio. Quase 30 anos após a sua implantação, a empresa abriu as suas portas a toda a comunidade envolvente, possibilitando visitas guiadas pelas suas instalações.
Segundo Gonçalo de Mello, representante do Grupo Mello, “esta iniciativa tem como objectivo dar visibilidade pública aos compromissos que a empresa assumiu, em 1993, quando aderiu ao Programa de Actuação Responsável (P.A.R.). Foi nesse sentido que decidimos convidar a comunidade para ver o trabalho que aqui se tem desenvolvido”. De facto, em consequência da adesão ao P.A.R., a Fisipe pretende demonstrar que a segurança e protecção da saúde e do ambiente constituem prioridades.
A iniciativa “Dia Porta Aberta” teve início com uma sessão de abertura, onde foram explicados os objectivos e enumerados os princípios directores do P.A.R., tendo sido feita, igualmente, uma breve apresentação da empresa, nomeadamente no que diz respeito aos aspectos históricos, processo industrial, impactes ambientais, princípios orientadores, compromissos e objectivos.
A visita guiada às instalações da fábrica teve como ponto de partida o laboratório fabril central, que se encontra dividido em três secções, designadamente a secção de apoio ao cliente, secção de ensaios para controlo de qualidade do produto final e a secção química e de métodos instrumentais, onde, segundo asseguraram, se verifica um investimento contínuo em novos equipamentos e métodos.
Em seguida, visitámos as duas unidades têxteis, que fazem a transformação dos produtos e onde se processa a fiação denominada open-end. Uma vez que é a área que mais ruído produz, existem certos cuidados e regras relativamente à capacidade auditiva dos trabalhadores, pelo que todos utilizam protectores sonoros individualizados.
A Estação de Tratamento de Águas e Resíduos foi uma das secções que mais curiosidade levantou, devido à poluição resultante da produção de resíduos e emissão de efluentes líquidos. Por último, acompanhámos o processo de preparação do solvente (que irá ser transformado em fibra acrílica) até à fase final dos produtos: o cabo e a rama.
As visitas guiadas repetiram-se durante o resto da manhã e toda a tarde, encontrando-se abertas a toda a população, que aproveitou esta oportunidade para conhecer de perto a única empresa de fibras acrílicas do país.
Segundo Gonçalo de Mello, representante do Grupo Mello, “esta iniciativa tem como objectivo dar visibilidade pública aos compromissos que a empresa assumiu, em 1993, quando aderiu ao Programa de Actuação Responsável (P.A.R.). Foi nesse sentido que decidimos convidar a comunidade para ver o trabalho que aqui se tem desenvolvido”. De facto, em consequência da adesão ao P.A.R., a Fisipe pretende demonstrar que a segurança e protecção da saúde e do ambiente constituem prioridades.
A iniciativa “Dia Porta Aberta” teve início com uma sessão de abertura, onde foram explicados os objectivos e enumerados os princípios directores do P.A.R., tendo sido feita, igualmente, uma breve apresentação da empresa, nomeadamente no que diz respeito aos aspectos históricos, processo industrial, impactes ambientais, princípios orientadores, compromissos e objectivos.
A visita guiada às instalações da fábrica teve como ponto de partida o laboratório fabril central, que se encontra dividido em três secções, designadamente a secção de apoio ao cliente, secção de ensaios para controlo de qualidade do produto final e a secção química e de métodos instrumentais, onde, segundo asseguraram, se verifica um investimento contínuo em novos equipamentos e métodos.
Em seguida, visitámos as duas unidades têxteis, que fazem a transformação dos produtos e onde se processa a fiação denominada open-end. Uma vez que é a área que mais ruído produz, existem certos cuidados e regras relativamente à capacidade auditiva dos trabalhadores, pelo que todos utilizam protectores sonoros individualizados.
A Estação de Tratamento de Águas e Resíduos foi uma das secções que mais curiosidade levantou, devido à poluição resultante da produção de resíduos e emissão de efluentes líquidos. Por último, acompanhámos o processo de preparação do solvente (que irá ser transformado em fibra acrílica) até à fase final dos produtos: o cabo e a rama.
As visitas guiadas repetiram-se durante o resto da manhã e toda a tarde, encontrando-se abertas a toda a população, que aproveitou esta oportunidade para conhecer de perto a única empresa de fibras acrílicas do país.













