Bloco de Esquerda criticaSeis Meses de Lista de Espera na Saúde Mental no Hospital do Barreiro
No Hospital do Barreiro, na área de Saúde Mental, as listas de espera atingem seis meses, foi referido, por Mário Durval do Bloco de Esquerda.
Numa visita, ao concelho do Barreiro, o Bloco de Esquerda procurou tomar contacto com a realidade das instituições de deficientes e avaliar as condições de trabalho e os apoios que recebem do estado.
No decorrer de uma reunião, realizada na CERCIMB, onde participaram, diversos representantes de instituições do concelho do Barreiro, foi sublinhado que “há um défice de estruturas de apoio aos deficientes na área da saúde mental”.
Numa visita, ao concelho do Barreiro, o Bloco de Esquerda procurou tomar contacto com a realidade das instituições de deficientes e avaliar as condições de trabalho e os apoios que recebem do estado.
No decorrer de uma reunião, realizada na CERCIMB, onde participaram, diversos representantes de instituições do concelho do Barreiro, foi sublinhado que “há um défice de estruturas de apoio aos deficientes na área da saúde mental”.

Por Jornal Rostos
Na reunião com o deputado do Bloco de Esquerda - José Teixeira Lopes – participaram a CERCIMB, RUMO, PERSONA, NÓS, Associação de Surdos do Barreiro, FORMEN e APD.
“Somos muito vitimas da poluição institucional” – referiu um dos participantes na reunião, que salientou ser importante – “criar condições de vida autónoma para os deficientes”.
“No Barreiro em termos de acessibilidades é preciso mudarmos muita coisa” – referiu o representante da NÓS, salientando que – “em termos de Transportes Públicos poderia haver um sinal nesse sentido”.
“Sendo este o Ano Europeu da Pessoa com Deficiência, seria bom que não ficássemos pelo simbólico da comemoração” – foi sublinhado.
Na opinião expressa pelos participantes na reunião – “há défice de estruturas de apoio aos deficientes na área da Saúde Mental”.
Segundo Mário Durval, as organizações cuja actividade é direccionada para apoiar os deficientes, existentes no concelho do Barreiro, deveriam “juntar-se para ver o que é possível fazer no apoio aos deficientes”.
Segundo revelou as listas de espera no Hospital do Barreiro, na Saúde Mental, atingem os seis meses.
Na sua opinião – “há uma completa desresponsabilização do Estado em relação ao trabalho com os Deficientes” porque – “as associações estão a fazer o que deveria ser feito por outros” – nas áreas da Educação e da Saúde.
Como nota final nesta reunião, Lídia Fernandes, do Bloco de Esquerda, sublinhou que – ao estado compete apoiar e proteger o direito á diferença”.
“Somos muito vitimas da poluição institucional” – referiu um dos participantes na reunião, que salientou ser importante – “criar condições de vida autónoma para os deficientes”.
“No Barreiro em termos de acessibilidades é preciso mudarmos muita coisa” – referiu o representante da NÓS, salientando que – “em termos de Transportes Públicos poderia haver um sinal nesse sentido”.
“Sendo este o Ano Europeu da Pessoa com Deficiência, seria bom que não ficássemos pelo simbólico da comemoração” – foi sublinhado.
Na opinião expressa pelos participantes na reunião – “há défice de estruturas de apoio aos deficientes na área da Saúde Mental”.
Segundo Mário Durval, as organizações cuja actividade é direccionada para apoiar os deficientes, existentes no concelho do Barreiro, deveriam “juntar-se para ver o que é possível fazer no apoio aos deficientes”.
Segundo revelou as listas de espera no Hospital do Barreiro, na Saúde Mental, atingem os seis meses.
Na sua opinião – “há uma completa desresponsabilização do Estado em relação ao trabalho com os Deficientes” porque – “as associações estão a fazer o que deveria ser feito por outros” – nas áreas da Educação e da Saúde.
Como nota final nesta reunião, Lídia Fernandes, do Bloco de Esquerda, sublinhou que – ao estado compete apoiar e proteger o direito á diferença”.













