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Perspectivas

Carnaval de Coina“O Espaço - Haverá Vida fora de Coina?”

Em Coina, os preparativos do carnaval já começaram à aproximadamente um mês. O “rostos on-line” foi ver como estão a decorrer os trabalhos, e falou com Fernando Lavrador, membro dinamizador do carnaval do Barreiro e representante da freguesia de Coina.
2 min de leitura

Por Cátia Pacheco

Este ano, a freguesia de Coina vai apresentar como tema “o espaço - haverá vida fora de Coina?”, dando uma picada no próprio sistema do carnaval do movimento associativo. Tentando ser o mais diversificado, e sem recorrer à crítica política e social.
A freguesia de coina, vai mais uma vez tentar mostrar que no Barreiro é possível fazer um bom carnaval, dentro do movimento associativo.
Este ano os intervenientes nos preparativos foram: a União Recreativa de Cultura e Desporto de Coina; Grupo Desportivo Estrelas Arienses; Grupo Desportivo e Recreativo das Covas de Coina, e o centro de apoio à 3ªidade, Catita.
Os apoios com que podem contar vêm da parte da Câmara Municipal do Barreiro, que embora poucos, são uma ajuda, mencionou Fernando Lavrador, mas também apoios de entidades particular, entre eles “Barão e Costa” que cedeu o pavilhão onde decorrem os preparativos do carro alegórico.
Fernando Lavrador salientou ainda que, o número de colaboradores é aproximadamente de 30 pessoas, que se vão revezando na elaboração dos fatos, carro, e todos os restantes preparativos.
A freguesia de Coina começou a participar no carnaval do Barreiro em 1999, através de um convite que lhes foi feito, e que decidiram aceitaram. Desde então, têm alcançado desde o ano 2000, o primeiro lugar.
O representante da freguesia de Coina, não quis deixar de mencionar que “ com boa vontade, boa estrutura, pode-se fazer um bom carnaval no Barreiro com o movimento associativo, porque é esta forma de carnaval que nos dá gozo, a última semana é sempre terrível, ninguém se pode aturar, mas no dia em que Coina não tiver possibilidade de fazer um carro, de fazer os fatos e tiver de alugar, nesse dia eu não participo e penso que 70 a 80% das pessoas abandonará.”
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