JS SetúbalCoordenadores de sete concelhias não reconhecem
validade da Convenção.
Por Jornal Rostos
Os coordenadores das concelhias : Carla Oliveira – Palmela; Emanuel Costa – Montijo; Mauro Cruz – Moita; Nelson Pólvora – Sesimbra; Ana Margarida Lourenço – Almada; Lénia Pinto – Alcochete; Hugo Ferreira – Santiago do Cacém; Pedro Ruas – Grândola e
Mauro Felix – Alcácer do Sal, em Conferência de Imprensa realizada na Federação da Juventude Socialista de Setúbal repudiaram, em abaixo assinado divulgado aso órgãos de comunicação social – a presença de seguranças privados na sala da Convenção; o afastamento do processo de credenciação dos delegados democraticamente eleitos de Almada, Alcochete e Alcácer do Sal; o afastamento do Congresso dos delegados democraticamente eleitos de Santiago do Cacém, de Sesimbra e Sines; a falta de condições democráticas para a prossecução da Convenção em apreço.
São estes factos que denunciam, que levou os signatários do abaixo assinado a “não reconhecem a validade e legalidade na realização” da VI Convenção da Juventude Socialista do Distrito de Setúbal, onde foi eleito Coordenador Distrital Luís Carlos Santos, do Barreiro..
Legitimidade democrática
Segundo os participantes na Conferência de Imprensa , “no dia 15 de Fevereiro de 2004 ocorreu na cidade do Barreiro uma suposta Convenção Distrital de Setúbal da JS” e “referimos suposta porque ocorreu sem o mínimo de condições democráticas e sem ter a legitimidade dos militantes da JS do Distrito de Setúbal.
Segundo estes membros da JS - “no dia 15 de Fevereiro de 2004, pelas 8h45m, os delegados da Concelhia de Almada, devidamente convocados para a Convenção (portanto, delegados de pleno direito) tentaram credenciar-se, tendo sido impedidos de o fazer” e acrescentam que “ como resultado da actuação da, ilegitimamente, criada Comissão de Verificação de Poderes, foram excluídos desta suposta Convenção 21 delegados de 43 que apoiavam esta candidatura (Almada, Santiago do Cacém, Sines e Sesimbra).”
Pelo que acrescentam : “ numa Convenção em que deviam participar 13 concelhias, participaram, apenas, 2 e delegados pertencentes a outra concelhia.”
Nova Convenção Distrital
Nesta Conferência de Imprensa foi referido que – “ vai ser marcada uma nova Convenção Distrital que, segundo as regras da democracia e pluralismo, garantam a participação de todos os camaradas do Distrito” e apelam “ao bom senso dos órgãos nacionais da JS, abstendo-se de interferir, no âmbito da autonomia estatutária, nas decisões, democráticas, dos órgãos federativos”.













