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Perspectivas

83º Aniversário do PCP festejado no Barreiro

A Comissão Concelhia do Partido Comunista do Barreiro festejou, no passado dia 5 de Março, o 83º Aniversário do partido, com um jantar no salão dos Penincheiros. Nesta iniciativa esteve presente Francisco Lopes, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central do PCP, para além de muitos militantes e simpatizantes, que fizeram questão de assinalar a data.
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83º Aniversário do PCP festejado no Barreiro

Por Catarina Simão

Na saudação ao 83º aniversário do Partido Comunista, a Comissão Concelhia do Barreiro salientou os trabalhadores barreirenses que “inseridos no Movimento Sindical Unitário, com a CGTP – Intersindical Nacional, continuam a dar o seu contributo inestimável à luta mais geral por uma nova política, que respeite quem trabalha”. A comissão saudou também o trabalho das Comissões de Utentes da Saúde das freguesias do Alto Seixalinho, Barreiro, Lavradio e Verderena, “que lutam contra o encerramento do serviço de urgências nalguns centros”, e pela construção de novas instalações em algumas destas freguesias. Na mesma saudação, a comissão política do PCP assumiu-se empenhada na luta “por uma nova Câmara CDU ao serviço do Barreiro em 2005, que ponha fim à desastrosa, perdulária, autista, desinteressada” política, que segundo o PCP “governa para mal dos barreirenses a Câmara Municipal”.

“Como é que um país sem recursos pode sustentar o seu desenvolvimento”

O convidado Francisco Lopes, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central do PCP, quis saudar os presentes e o aniversário do partido, que celebra também “83 anos de luta com coragem e determinação”, e cujos valores “são demasiado actuais neste período”. Francisco Lopes classificou a situação do país de grave, “depois de décadas de políticas de direita”, o que “coloca várias interrogações acerca do futuro”. O membro do Comité Central considerou que o “PSD ataca graves pilares conquistados pelo 25 de Abril”, nomeadamente, o aumento do desemprego, as privatizações, o agravamento das injustiças sociais e a redução dos espaços de intervenção democrática. Francisco Lopes apelou para a participação de todos nas jornadas de luta que se avizinham, bem como para as eleições para o Parlamento Europeu, já que as decisões tomadas na União Europeia “fazem-se sentir no nosso dia-a-dia”.
Após o discurso de Francisco Lopes, foram cantados os “parabéns” ao partido, pela voz de Francisco Narciso, e apagadas as velas do bolo de aniversário.

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