Rotary Club do BarreiroEng.º Luís Tavares apresenta Masterplan
Por Cátia Pacheco
O Masterplan segundo o Eng.º Luís Tavares é a “expressão no papel de todas as ideias que ocorreram para o desenvolvimento do parque. Foi tornado público para se ver a reacção das pessoas que nele tinham interesse.” Este projecto vai “servir para a manutenção e desenvolvimento da zona industrial e requalificar um território no centro da cidade.”
Os principais objectos do projecto Masterplan consiste fundamentalmente, como referiu o Eng.º Luís Tavares em “requalificar o território e toda a envolvente, criar novas acessibilidades, dar uma nova centralidade à cidade.”
O território tem um total de 230 hectares, sendo 25 hectares destinado a espaços verdes, 402.000 m2 para actividades económicas, e um máximo de 5 mil fogos para habitação. (números que ainda não estão totalmente definidos)
Divisão do parque em 7 zonas
A zona 1 e 2 são as que vão avançar primeiro. A zona 1, mais próxima da cidade tem maior vocação de habitação e serviços.
A zona 2, a maior do parque, destinada a área empresarial, encontra a Feira Nova a norte e a sul o Bairro das Palmeiras.
A zona 3, virada para o rio, com maior vocação para habitação, mas neste caso, mais a longo prazo.
A zona 4, junto ao porto, é a zona com o prazo mais longo para o desenvolvimento, uma vez que ainda existem empresas em actividade.
A zona 5, situada debaixo do corredor de influência da ponte, está destinada a zonas verdes.
A zona 6 onde está situada a Tanquipor, a Fisipe e a EDP, zona que não pertence à Quimiparque.
A zona 7 onde se encontra a fábrica de adubos e onde será construída a ETAR.
“O Masterplan é uma proposta da Quimiparque”
O Eng.º Luís Tavares esclareceu que este projecto está ainda sujeito a muitas alterações, “vão ser feitos estudos parciais das diversas zonas do parque” e que é um projecto, no mínimo para daqui a 15, 20 anos.
Em 2003 foi apresentado um conjunto de ideias, e participadas várias discussões. “Este ano será a entrega concreta de pelo menos dois projectos, o da zona 1 e 2 que poderão ser ou não aprovados pela Autarquia” revelou o Eng.º Luís Tavares.













