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Perspectivas

“Barreiro Reconhecido”“O melhor do Barreiro são mesmo os barreirenses”

No culminar das comemorações do 20º aniversário da elevação do Barreiro a cidade, decorreu ontem, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, a sessão solene do “Barreiro Reconhecido”, onde foi homenageado o esforço de muitas carreiras e vidas barreirenses dedicadas à comunidade. Ficou assim provado que, o “melhor do Barreiro são mesmo os barreirenses”.
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Por Catarina Simão

O Grupo Coral TAB, pela batuta do Maestro Manuel Gonçalves, deu inicio a esta cerimónia onde muitos barreirenses fizeram questão de estar.
Emídio Xavier, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, saudou todos os barreirenses pelos 20 anos de cidade: “somos ainda uma jovem cidade com um passado histórico que nos distingue e orgulha”. O edil deu o exemplo de alguns ilustres barreirenses que escreveram os seus nomes na historia, como Álvaro Velho, Francisco de Azambuja, Francisco da Gama, entre outros, afirmando a dificuldade em optar pelos homenageados, numa terra “onde tantos outros mereciam também esta distinção”. Emídio Xavier apelou aos barreirenses para que “assumam orgulho em ser barreirenses, onde o passado se materializa em futuro”, para que ”juntos sejamos capazes de transformar aquilo que somos naquilo que queremos ser”.
Neste dia de comemorações, o edil barreirense avançou com uma noticia bem apropriada ao Dia da Cidade: a adjudicação das obras do Polis, ficando para breve o seu inicio, estando apenas dependente de alguma burocracia.

Na cerimónia foram entregues as Medalhas de Mérito Municipal de Ouro e Prata nas categorias de Benemerência, Actividades Económicas e Desporto. Foram também distinguidos os Bons Serviços e Dedicação, em Ouro, Bronze e Prata.
As Medalhas de “Barreiro Reconhecido” 2004 foram entregues à Autorectificadora Ideal Barreirense, na categoria Empresarial, a Artur José Simões Martins, na área do Associativismo, Félix Ferreira em trabalho, Manuel Fernandes na categoria de Desporto, e Florentino Alves Rodrigues pela Resistência Antifascista. Excepcionalmente, na categoria de Cultura, Artes e Letras foram distinguidos dois barreirenses: Maria Fernanda Afonso e Eugénio Silva.

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