Apresentação do VII Congresso Mundial das Cidades TaurinasA união de culturas diferentes e semelhantes entre si
Por Catarina Simão
O VII Congresso Mundial das Cidades Taurinas tem inicio no próximo dia 10 de Setembro e decorre até ao dia 12 do mesmo mês, em Olivença, a par da III Feira Ibérica do Touro. Para o presidente desta instituição, João Lobo, o dia 12 de Setembro será “de grande força para a confederação”, já que serão aprovados os estatutos da União Internacional de Cidades e Vilas Taurinas, nome que será dado à antiga Confederação. Para João Lobo esta alteração permite “englobar todas as componentes”. O presidente da Confederação mencionou ter “a noção de que é um processo de conquista que tem de ser iniciado com municípios de França, Espanha e América Latina”.
A alteração dos estatutos prevê ainda que a localização da sede executiva seja escolhida em função da presidência da União. Neste congresso será deliberada a aprovação da adesão de quatro novos municípios, de entre os quais, o município de Coruche.
“Uma mais valia extraordinária”
Maurício do Vale, ex-secretário geral da Confederação considerou a sua substituição “uma mais vali extraordinária”, já que António Treno “vai trazer mais valias à União e a todo o movimento tauromáquico nacional”. Este aficcionado revelou a sua tristeza em abandonar o cargo, referindo que a sua carreira profissional como Chefe do Departamento de Comunicação da Sporting SAD, não lhe possibilita o desempenho das funções de secretário-geral.
“A União terá de ter outra dinâmica que não teve a Confederação”
“Este é um mundo de culturas muito diferentes que se juntam entre elas”, foi assim que António Treno descreveu o meio tauromáquico. Para o novo secretário-geral “a União vai ter de trabalhar muito para se afirmar”, salientando como prioritário a análise dos casos de algumas cidades Sul-Americanas que deixaram de participar na Confederação. “A União terá de ter outra dinâmica que não teve a Confederação, com novos desafios, pois o mundo é outro e nós temos que nos adaptar”. Foi neste contexto que António Treno sugeriu a realização do I Congresso da União Internacional de Cidades e Vilas Taurinas, a ser proposto já no próximo fim-de-semana. Para este aficcionado, é necessário “apostar na diversidade porque ela faz a união que vai de encontro ao futuro que se pretende para esta entidade”.
Assim, a União terá de “recuperar tradições culturais que identifiquem todas as comunidades, fomentando o intercâmbio entre figuras ligadas ao mundo tauromáquico para a divulgação de uma cultura muito própria”.













