Neo-realismo Português“Os anos 30 marcaram a história portuguesa”
No âmbito do Ciclo de Colóquios que têm vindo a ser promovidos pela Cooperativa Cultural Popular Barreirense, o tema : “Estética e Cultura na génese do neo-realismo português” esteve em debate, sendo prelector convidado Luís Augusto Costa Dias, Investigador da Universidade de Coimbra.
O intelectual dos anos 30 foi “um intelectual gerador de consciência” – foi referido neste debate.
O intelectual dos anos 30 foi “um intelectual gerador de consciência” – foi referido neste debate.

Por Jornal Rostos
Luís Augusto Costa Dias, começou por salientar que os “anos 30 marcaram de forma fortíssima a história portuguesa” tendo “reflexos no que hoje somos e pensamos”.
Na sua opinião Bento de Jesus Caraça, propõe uma “noção de cultura, onde reside raiz do neo-realismo português”.
Para o investigador uma “releitura do neo-realismo corresponde a uma releitura da história da cultura”.
O prelector teceu diversas considerações sobre as dificuldades de se estabelecer um compromisso entre “estética” e “cultura” no neo-realismo português.
Para Luís Augusto Costa Dias, nos anos 30, um intelectual era um gerador de consciência – era “um intelectual com a missão de educar o povo”, foi neste contexto que o neo-realismo procurou “equacionar um papel para os intelectuais”, aos quais estava reservado o papel de assumir “a ideia totalizadora de cultura dos intelectuais marxistas”.
Recordou Joaquim Namorado, Mário Dionisio, exemplos de intelectuais do neo-realismo.
“O neo realismo é uma espécie de modernismo dos anos 30, a arte social, a arte que documenta a realidade” – referiu o investigador.
Participaram neste debate Orlando Nunes, Director do jornal “Diário do Barreiro” e Isabel Flório, Professora da Escola Secundária de Casquilhos. O moderador foi Calado Mendes, membro da Cooperativa.
O próximo debate está agendado para o dia 20 de Novembro, pelas 21, 15 horas, tendo como tema : “A Cultura Integral na perspectiva de Bento de Jesus Caraça” , sendo prelector convidado António Pedro Pita, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Na sua opinião Bento de Jesus Caraça, propõe uma “noção de cultura, onde reside raiz do neo-realismo português”.
Para o investigador uma “releitura do neo-realismo corresponde a uma releitura da história da cultura”.
O prelector teceu diversas considerações sobre as dificuldades de se estabelecer um compromisso entre “estética” e “cultura” no neo-realismo português.
Para Luís Augusto Costa Dias, nos anos 30, um intelectual era um gerador de consciência – era “um intelectual com a missão de educar o povo”, foi neste contexto que o neo-realismo procurou “equacionar um papel para os intelectuais”, aos quais estava reservado o papel de assumir “a ideia totalizadora de cultura dos intelectuais marxistas”.
Recordou Joaquim Namorado, Mário Dionisio, exemplos de intelectuais do neo-realismo.
“O neo realismo é uma espécie de modernismo dos anos 30, a arte social, a arte que documenta a realidade” – referiu o investigador.
Participaram neste debate Orlando Nunes, Director do jornal “Diário do Barreiro” e Isabel Flório, Professora da Escola Secundária de Casquilhos. O moderador foi Calado Mendes, membro da Cooperativa.
O próximo debate está agendado para o dia 20 de Novembro, pelas 21, 15 horas, tendo como tema : “A Cultura Integral na perspectiva de Bento de Jesus Caraça” , sendo prelector convidado António Pedro Pita, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.













