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Perspectivas

PS Barreiro afirma“Obras do Polis não estão paradas”

. A Situação financeira da Autarquia dramática não corresponde à realidade

O Partido Socialista Barreiro, em Conferência de Imprensa, salientou que as “obras do POLIS não estão paradas” e “não há nenhum problema com o Tribunal de Contas”.
Entretanto, foi referido que a “apresentação da situação financeira da Autarquia em termos dramáticos não corresponde à realidade” e foi salientado que, sobre a atribuição de Pelouros, “o PS aceitou todas as propostas que tinham o mínimo de operacionalidade e dignidade”.

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PS Barreiro afirma “Obras do Polis não estão paradas”

Por Jornal Rostos

Emídio Xavier, Presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro do Partido Socialista, acompanhado de Amílcar Romano e Luís Pedro Cerqueira, em conferência de imprensa, divulgaram as posições daquele partido sobre a distribuição dos pelouros na Câmara Municipal do Barreiro, a situação financeira da autarquia e as obras da POLIS.

Segundo Emídio Xavier, foi “dado grande destaque à notícia que estão paradas as obras do Polis”, tal afirmação, necessita de esclarecimentos, porque em relação ao Projecto Polis, existem em curso duas empreitadas: uma referente à contenção periférica (vulgo obra da muralha) e que inclui a requalificação da Caldeira do Alemão; outra lançada mais tarde referente à rede de saneamento, entre o extremo sul da Polis (Praia da Copacabana) e a via-férrea na recosta.

Caldeira do Alemão concluída

Esclarece o PS que a primeira empreitada, visa a requalificação da Caldeira do Alemão que se encontra concluída, de acordo com as condições do Projecto, e em condições de ser recebida (excepto as obras do sistema hidráulico que deverá ser alvo de um novo concurso).
Por outro lado, sublinha-se que a outra acção referente à contenção periférica (obra da muralha) na zona da Av. da Liberdade, encontra-se em fase próxima da conclusão que só poderá ocorrer após a execução da obra do colector de saneamento (que ficará enterrado sob o novo passeio pedonal e a ciclovia).

Problema técnico- jurídico

Mas, sublinha-se que a retenção marginal na zona do aterro (corresponde a uma extensão de aproximadamente 200 mts de um total de 1500 mts), não pode ser ainda implementada porque as condições apresentadas no Projecto Técnico de Execução da Obra (adjudicado por concurso a uma Empresa especializada, a Hidroprojecto) não se verificam.
Salienta-se que só após “um Processo de consolidação de solo” os aproximadamente 200 mts da contenção periférica poderão ser concluídos, sendo necessário abrir “um novo concurso para a implementação desta obra.”

Acabar com esgotos no Rio Coina

Nesta obra de qualificação ambiental e paisagística, refere o Partido Socialista “não podia ignorar questões de saneamento referentes aos efluentes domésticos”.
Nesse sentido está previsto a construção de um conjunto de emissários e estações elevatórias que visam permitir a desactivação dos colectores sem tratamento no Rio Coina.
Sublinha-se que a “construção deste sistema de efluentes domésticos e pluviais, que está a desenvolver-se condiciona o avanço mais rápido das obras da primeira empreitada do Polis, na parte da retenção marginal na zona da Av. da Liberdade.”

Não há nenhum problema com o Tribunal de Contas

“Não há, nem haverá, nenhum problema com o tribunal de contas, porque não existem trabalhos a mais que ultrapassem os limites legais, o que existe é a necessidade de os reprogramar de acordo com o novo cronograma que será suportado nas explicações anteriormente apresentadas” – salienta a nota distribuída pelo PS aos órgãos de comunicação social.
“Compreende-se que o novo executivo ainda não domine o processo, o que é natural. Como até agora, continuaremos disponíveis para reunir com os novos responsáveis para que esta obra se possa saldar no sucesso que todos desejamos” – sublinha o Partido Socialista.

Parte da empreitada em condições para ser recepcionada

Em conclusão os socialistas consideram que “as obras do Polis não estão paradas” sublinham que já “existe uma parte da empreitada que deverá estar em condições para ser recepcionada” e que foi “a segunda empreitada que condicionou a finalização da contenção marginal, nomeadamente, no Av. Da Liberdade”
E, esclarece que pelo “facto das empreitadas serem por série de preços garante que não há, nem haverá, nenhum problema com o Tribunal de Contas relativamente a trabalhos a mais o que não evitará, como é normal, que o processo tenha de ser acompanhado pelas entidades competentes.”

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