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Perspectivas

Protocolo inovador assinado no Barreiro“Este projecto será uma realidade no Barreiro e um exemplo para todo o país”

A Associação FRATER assinou um “Protocolo de Cooperação” com a Câmara Municipal do Barreiro e as oito Juntas de Freguesia do concelho do Barreiro.
Para além da cooperação em actividades de apoio médico, enfermagem, rastreio e de informação sobre matérias na área da saúde, perspectiva-se o apoio da FRATER tendo em vista a criação do “Cartão Social do Idoso” e o contributo para que o Barreiro seja integrado nas “Rede das Cidades Saudáveis”.

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Protocolo inovador assinado no Barreiro “Este projecto será uma realidade no Barreiro e um exemplo para todo o país”

Por Jornal Rostos

No Auditório do Convento da Verderena procedeu-se à cerimónia de assinatura do “Protocolo de Cooperação” entre a Associação FRATER e as oito Juntas de Freguesia do concelho do Barreiro.
O Protocolo foi assinado por todos os Presidentes de Junta de Freguesia, por Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro e por António Rebelo, Presidente da Direcção da Associação FRATER.

Um processo pioneiro e vanguardista

António Rebelo, Presidente da Direcção da Associação FRATER sublinhou que a assinatura deste Protocolo assinala “o início de um processo pioneiro e vanguardista” acrescentando que, o exemplo de hoje vai marcar o arranque de outros projectos idênticos por todo o país.
O Presidente da FRATER salientou que o Barreiro é uma terra de cultura solidária de entrega ao próximo – “este projecto é a continuidade desse espírito da população barreirense”.

Um exemplo para o país

“Queremos ajudar os mais carenciados” – referiu e para tal conta a FRATER com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro e das Juntas de Freguesia do concelho do Barreiro.
Neste projecto, referiu António Rebelo, estão envolvidos profissionais de saúde, de enfermagem e muitos voluntários.
“Este é um processo dinâmico, sempre em movimento, que nunca acaba” – salientou o Presidente da Direcção da FRATER.
A FRATER nas suas diversas iniciativas vai ter os jovens como os dos seus públicos alvo, porque – “É preciso pensar nos jovens de forma a que estes cheguem à idade adulta saudáveis”.
António Rebelo, finalizou a sua intervenção salientando que – “com a ajuda de todos este projecto será uma realidade e um exemplo para o país”.

É necessária mais participação dos cidadãos

Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, recordou que o “Barreiro é uma construção que tem quer assumida por todos” e acrescentou que a assinatura deste Protocolo é um exemplo de democracia, da participação e de cidadania.
“É necessária mais participação, mais consciência dos cidadãos, dos seus direitos e deveres e a construção destes espaços de parcerias são muito importantes” – referiu o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.
Salientou que a Câmara Municipal do Barreiro e as autarquias “só por si não conseguem resolver todos os problemas” sendo necessário envolver outros agentes locais – “este protocolo enquadra-se nesse projecto de participação e cidadania”.

Reivindicar a construção dos Centros de Saúde

O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro defendeu a valorização dos direitos consagrados na Constituição da República na defesa do direito à saúde, sublinhando que a FRATER é um exemplo de como esses direitos podem ser defendidos.
Carlos Humberto recordou que a Câmara Municipal do Barreiro nomeou o Drº Espírito Santo, como representante da Câmara Municipal do Barreiro, no Conselho de Administração do Hospital do Barreiro.
Considerou essencial que se continue a reivindicar a construção dos Centros de Saúde do Alto do Seixalinho, da Verderena, de Palhais e Santo António da Charneca, assim como que seja solucionada no concelho do Barreiro a “insuficiência de Médicos de Família”.

Confrontados com problemas gravíssimos

“Este protocolo é um passo, um contributo para a resolução dos problemas” – referiu o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhando que “diariamente somos confrontados com problemas gravíssimos que não os podemos resolver”, por essa razão, defendeu que é necessário valorizar a consciência social, como forma de intervir e, para que, perante os problemas “nunca baixaremos os braços”.

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