Câmara Municipal da MoitaAprova protocolo de criação do Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes
A Câmara Municipal da Moita, subscreveu a “Declaração sobre a Luta contra o Tráfico de Seres Humanos”.

Por Jornal Rostos
Na última reunião pública da Câmara Municipal da Moita, realizada na freguesia do Vale da Amoreira, a Vereadora Vivina Nunes, apresentou uma proposta de assinatura de Protocolo de Cooperação como o Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas e a Junta de Freguesia do Vale da Amoreira, com o objectivo de desenvolver um Serviço de Atendimento e Aconselhamento aos Imigrantes.
Este projecto que visa a promoção de actividades de interesse municipal de natureza social, com base em parcerias, tem por finalidade a criação do CLAII – Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes, que irá funcionar nas instalações da Junta de Freguesia do Vale da Amoreira.
Segundo referiu, a Vereadora Vivina Nunes, o referido Centro Local já se encontra em funcionamento, a aprovação do protocolo visa dar continuidade à sua implementação.
O Protocolo foi aprovado por unanimidade.
Apoio ao levantamento aero-fotogramétrico de Cabo Verde
Na mesma reunião a Câmara Municipal da Moita aprovou, por unanimidade, uma proposta de atribuição de um subsídio de 2500 Euros, à Associação Nacional de Municípios Portugueses, tendo por objectivo apoiar o projecto de levantamento aero-fotogramétrico de Cabo Verde.
Recorde-se que a Câmara Municipal da Moita está geminada com o município do Tarrafal e que um dos princípios orientadores do acordo de colaboração visa o apoio na área do Planeamento Urbanístico.
Luta contra o tráfico de seres humanos
Outra proposta aprovada, por unanimidade, pela Câmara Municipal da Moita, foi a subscrição da “Declaração sobre a Luta contra o Tráfico de Seres Humanos”, de acordo com o Presidente da Câmara Municipal da Moita, João Lobo, esta declaração adoptada na 13ª Sessão Plenária do Congresso dos Poderes Locais e Regionais da Europa, afirma-se como “um passo importante na luta contra o tráfico de seres humanos e na luta contra esta nova forma de escravatura”.
A referida declaração reflecte a percepção e as preocupações que os eleitos locais têm em matéria de protecção dos Direitos Humanos.













