No “Roteiro de Freguesias” – BarreiroExercício de Evacuação na Escola Básica do 1ºCiclo de Palhais
Albina Fernandes, Vice-presidente do agrupamento da escola Quinta Nova da Telha e Representante do 1ºciclo no Concelho do Barreiro, conta-nos que esse tipo de exercício é realizado duas vezes por ano na Escola Básica do 1ºCiclo e que as crianças parecem gostar.

Por Jornal Rostos
Ainda antes do toque desenfreado da campainha, o sinal esperado ansiosamente pelas crianças para saírem da sala de aula para o campo de futebol, O Engenheiro Rui de Carvalho, falou nas actividades que a Protecção Civil promove e que estão englobadas no Plano de Apoio à execução dos Planos de emergência nas Escolas, o que obriga as escolas a desenvolverem pelo menos duas vezes por ano exercícios de evacuação e cumprirem uma série de cláusulas, de entre as quais terem os seus planos de emergência aprovados e inserirem no seu currículo escolar outras actividades relacionadas com a protecção civil. Em suma, os planos têm de ser testados. E todas as escolas quer do ensino básico, quer do ensino secundário estão abrangidas pelo programa. “Nós temos acompanhado alguns exercícios, na semana passada foi no Alfredo da silva”, conta-nos.
Não um simulacro
Insistindo que o que ali se passava não era um simulacro e porque a intervenção dos bombeiros acontece apenas nesse casos, Rui de Carvalho justificava que desta vez contavam com a presença dos bombeiros, mas que estes não intervinham no exercício: “pedimos aos bombeiros para virem cá e para trazerem também algum equipamento para sensibilizarem um pouco as crianças” e o que é certo é que essa vontade pareceu ser bem recebida pelas crianças, os sorrisos pareciam espelhar tal contentamento.
Importância do exercício
Albina Fernandes, Vice-presidente do agrupamento da escola Quinta Nova da Telha e Representante do 1ºciclo no Concelho do Barreiro, conta-nos que esse tipo de exercício é realizado duas vezes por ano na Escola Básica do 1ºCiclo e que as crianças parecem gostar. “Colaboram e adoram fazê-lo”. Desta vez contavam com a presença para além dos bombeiros, também da autarquia, o que seria uma novidade.
Para além de um eventual carácter lúdico que possa ser encontrado pelas crianças, Albina Fernandes fala-nos na importância do exercício como forma de treino para eventuais situações de emergência: “até aqui é brincar mas depois permite-nos ter interiormente uma forma de saber agir e mesmo que haja pânico nessa situação estamos mais preparados para agir de uma forma mais organizada, e assim saímos mais rapidamente”. Mesmo tendo em conta que a realidade possa ser diferente da ficção.













