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Perspectivas

Ponte Barreiro - ChelasO corredor central é uma opção que existe mesmo antes do Aeroporto de Lisboa na margem sul

Ana Paula Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes, no decorrer do Seminário subordinado ao tema: “Nova Travessia do Tejo”, promovido pela Ordem dos Engenheiros apelou ao LNEC que, nos estudos que vai efectuar - “aprofunde o estudo comparativo” de forma a concluir qual aquele que “melhor atinge os objectivos estratégicos” no que diz respeito a mobilidade, coesão social e desenvolvimento económico.

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Ponte Barreiro - Chelas O corredor central é uma opção que existe mesmo antes do Aeroporto de Lisboa na margem sul

Por Jornal Rostos

Ana Paula Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes, no decorrer do Seminário subordinado ao tema: “Nova Travessia do Tejo”, promovido pela Ordem dos Engenheiros, salientou que a “terceira travessia do Tejo está ligada ao projecto da alta Velocidade”, acrescentando que “o corredor central” é uma opção que existe “mesmo antes do Aeroporto de Lisboa” na margem sul.
A Secretária de Estado do Transportes referiu que o corredor central tinha sido equacionado no contexto do “nó ferroviário de Lisboa” tendo sido definida um “área de defesa e controle urbano do corredor”, ao mesmo tempo que recordou a criação de “uma equipa de missão” para desenvolver os estudos da opção Barreiro-Chelas.

Valência ferroviária convencional permite o fecho do anel ferroviário

Ana Paula Vitorino sublinhou que o corredor central da terceira travessia do Tejo como “incontornável” e acrescentou que a existência “valência ferroviária convencional permite o fecho do anel ferroviário”.
Por outro lado, salientou que esta valência tem que ser avaliada em consonância com o sistema logístico dos portos de Sines e Setúbal, assim como a Plataforma de Poceirão.
No que diz respeito à componente rodoviária, Ana Paula Vitorino, considerou que “é viável associar a componente rodoviária à ferroviária”.

Terceira travessia do Tejo é um grande projecto nacional

A Secretária de Estado dos Transportes sublinhou que a “terceira travessia do Tejo é um grande projecto nacional”, acrescentando que “não é uma solução isolada do nosso sistema de transportes” e do “novo sistema de transportes do novo aeroporto de Lisboa”.
Neste contexto considerou importante que a terceira travessia contemple o TGV e a ferrovia convencional.

Instrumento de desenvolvimento económico e social

Ana Paula Vitorino, sublinhou ser essencial “reduzir o tempo médio de deslocação entre as duas margens do Tejo”, melhorando a mobilidade urbana, regional e intraregional.
A terceira travessia do Tejo deve ser equacionada segundo a Secretária de Estado dos Transportes como um instrumento de “desenvolvimento económico e social”.

RAVE concluiu que a solução que vinha a ser consolidada era a mais barata

Na sua intervenção referiu que afirmar que “só agora se irá iniciar o estudo”, na sua opinião, “constitui uma falta de respeito pelos estudos efectuados”, que no decorrer dos Governos de Cavaco Silva, quer nos Governos de António Guterres.
Neste contexto considerou que deve existir “seriedade técnica” na avaliação deste processo, recordando que a RAVE “concluiu que a solução que vinha a ser consolidada era a mais barata”.

Melhor atinge os objectivos estratégicos

Ana Paula Vitorino, finalizou a sua intervenção apelando ao LNEC que “aprofunde o estudo comparativo” de forma a concluir qual aquele que “melhor atinge os objectivos estratégicos” no que diz respeito a mobilidade, coesão social e desenvolvimento económico.

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