Saltar para o conteúdo
Perspectivas

Comissão Executiva PEDEPES - SetúbalRegião de Setúbal vai apresentar ao Governo proposta de Plano de Desenvolvimento Integrado

Alfredo Monteiro, presidente da AMRS, salientou em conferência de imprensa, a necessidade ser desenvolvido um “Plano Integrado de Desenvolvimento” e anunciou a intenção de ser apresentada ao Governo, pela Região, uma proposta sobre as ideias que já existem estruturadas sobre a elaboração do Plano de Desenvolvimento.

António Capoulas, presidente da AERSET, sublinhou que está desenvolvido, no âmbito do PEDEPES, um modelo de desenvolvimento que é “um modelo criador de valor acrescentado e de emprego” para a região de Setúbal.

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro e presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, salientou que é essencial que - “a Área Metropolitana de Lisboa se reequilibre e transforme numa cidade região” e “Lisboa tem que ser a região motor do país, com dimensão internacional”.

5 min de leitura
Comissão Executiva PEDEPES - Setúbal Região de Setúbal vai apresentar ao Governo proposta de Plano de Desenvolvimento Integrado

Por Jornal Rostos

Tendo por objectivo divulgar a posição dos Municípios da Associação de Municípios da Região de Setúbal e da Comissão Executiva do PEDEPES, realizou-se ontem, na Câmara Municipal do Seixal, uma conferência de imprensa que contou com a participação de Alfredo Monteiro, presidente do Conselho Directivo da AMRS, Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro e presidente da Junta da Área Metropolitana de Lisboa e António Capoulas, presidente da Direcção da AMRS.

Solução apontada há décadas pela região

Alfredo Monteiro, presidente da AMRS, salientou que a solução agora aprovada pelo Governo, é “a solução apontada há décadas, desde a década 80”, pela região, sublinhando que esta é a solução perspectivada pelo PEDEPES – Plano de Desenvolvimento Estratégico da Península de Setúbal, referiu “aprovado com todos os agentes da região, envolvendo maus de 230 entidades”.

Construir a cidade de duas margens

A decisão do Governo, hoje anunciada, sobre a construção da ponte rodo-ferroviária entre Barreiro e Chelas, vem dizer que valeu a pena a intervenção activa e construtiva da Região, Municípios, agentes económicos e instituições.
Esta opção foi sempre considerada como a solução fundamental para o desenvolvimento económico e social, garantindo a coesão da Área Metropolitana de Lisboa e construindo a cidade de duas margens tal como o PROT-AML Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa preconiza” – sublinhou Alfredo Monteiro, presidente do Conselho Directivo da Associação de Municípios da Região de Setúbal, no decorrer da conferência de imprensa.

Necessidade de construção da Ponte Barreiro-Seixal

Segundo Alfredo Monteiro, “a estratégia de desenvolvimento regional defendida e construída pelos municípios com a região, contempla outros projectos estruturantes que assentam na concretização do trabalho já realizado e nas perspectivas de futuro consensualizadas entre os agentes da Península de Setúbal”.
Neste contexto recordou a necessidade de avançar a “estruturação do sistema de transportes”; “as ligações interconcelhias do triângulo Palmela-Setúbal- Praias Sado e no eixo Montijo-Pinhal Novo”; “a conclusão da IC32/CRIPS, com a construção do troço entre o Funchalinho e Coina”; “o prolongamento da ER10 a partir de Corroios com ligação à Moita (ER11-2) integrando a ponte rodoviária entre Seixal e Barreiro”; “a ligação ao Porto de Setúbal”; “as acessibilidades à Plataforma Logística do Poceirão”; “o estudo das potencialidades das travessias fluviais do Tejo”, assim como a conclusão do Metro Sul do Tejo até ao Montijo e Alcochete.

Região de Setúbal vai apresentar ao Governo proposta de Plano de Desenvolvimento Integrado

Alfredo Monteiro salientou a necessidade ser desenvolvido um “Plano Integrado de Desenvolvimento”, como um imperativo resultante das opções de construção da terceira travessia do Tejo Barreiro-Chelas, a localização do Aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete e a Plataforma Logística do Poceirão.
Nesse sentido anunciou a intenção de ser apresentada ao Governo, pela Região, uma proposta sobre as ideias que já existem estruturadas sobre a elaboração do Plano de Desenvolvimento.
“A região está pronta para o desafio” – sublinhou Alfredo Monteiro, o desafio que salientou visa a construção de “uma cidade região polinucleada em que o Tejo seja o elemento unificador” e requalificador da Península e do Distrito de Setúbal.

Lisboa tem que ser a região motor do país com dimensão internacional

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro e presidente da Junta Metropolitana de Lisboa, salientou que a aprovação da opção de construção da terceira travessia do Tejo, no corredor central, é essencial para que “a Área Metropolitana de Lisboa se reequilibre e transforme numa cidade região”
“Lisboa tem que ser a região motor do país, com dimensão internacional” – sublinhou o presidente da Câmara Municipal do Barreiro.

Um modelo criador de valor acrescentado e de emprego

António Capoulas, presidente da AERSET, sublinhou que existe um trabalho “há mais de dez anos” com a AMRS, que permite “evitar que possam desenvolver-se situações “iguais às que estão em decadência no distrito de Setúbal”
Sublinhou que está desenvolvido, no âmbito do PEDEPES, um modelo de desenvolvimento que é “um modelo criador de valor acrescentado e de emprego” para a região de Setúbal.

Requalificar a Quimiparque e zona da Siderurgia Nacional

Alfredo Monteiro, sublinhou que a aprovação da terceira travessia Barreiro-Chelas, é para as pessoas que vivem na região “algo que sentem como uma conquista”, por outro lado, referiu que esta opção vai contribuir para acelerar alguns projectos de requalificação de áreas como a Quimiparque e a zona da antiga Siderurgia Nacional.

BREVE APONTAMENTO DE REPORTAGEM

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção