Reformados do Barreiro, Moita e Setúbal afirmam“Responsabilizamos o Presidente da República” por não exigir que o Governo cumpra a Constituição
“A política de menos Estado, melhor Estado, a par do chamado equilibrio das Finanças Públicas, tem sido desenvolvida à custa dos sacrificios dos mesmos de sempre, ao mesmo tempo que o capital económico, financeiro e especulativo aumentam escandalosamente os seus fabulosos lucros” – refere o conteúdo de uma moção, aprovada pelos cerca de cem participantes, numa concentração que hoje decorreu no Barreiro.

Por Jornal Rostos
Numa iniciativa que contou com a promovida pela Federação Distrital de Setúbal de Reformados Pensionistas e Idosos – MURPI, com a solidariedade do MTD- Movimento dos Trabalhadores Desempregados e ACISBM – Associação de Comércio, Indústria e Serviços do Barreiro Moita, hoje, cerca de uma centena de pessoas, particiaparm numa concentração junto à Piscina Municipal do Barreiro, onde está instalada a AURPIB – Associação Unitária de Reformados Pensionistas e Idosos do Barreiro.
A Concentração tinha como lema : “Contra a Política do Governo – Pelo Direito de Envelhedcer com Dignidade”.
João Leonel, vice presidente da direcção da AURPIB, sublinhou que esta concentração era promovida pela Federação Distrital de Setúbal com o apoio das Associações de Reformados do Barreiro e Moita, visando combater “a perca de direitos conquistados após o 25 de Abril”.
“Responsabilizamos o Presidente da República”
Mendes Ferreira, da Direcção Distrital do MURPI, na sua intervenção criticou as politicas injustas dis sucessivos governos, referindo que “o actual governo agravou”, recordando que nas medidas que um governo toma “o poder nunca é neutro”.
Mendes Ferreira salientou que o actual Governo tem vinda a alterar as leis “para beneficiar os da antigamente”.
Na sua intervenção Mendes Ferreira referiu diversos artigos da Constituição da República, e exigiu “o respeito pelos ndireitos constitucionais”, assimo como “o cumprimento do Governo da Constituição”.
A finalizar a sua intervenção, sublinhou o líder distrital dos reformados que a Cosntituição deve ser cumprida, nesse sentido afirmou “responsabilizamos o Presidente da República” que, sublinhou, deveria zelar no sentido do Governo cumprir a Constituição que “ele jurou cumprir”.
No final da sua intervenção os participantes na concentração gritaram: “A luta continua. Governo para a rua”.
“Aumento intercalar das pensões e reformas”
Armindo Silva, da Associação de Reformados da Moita, apresentou uma moção, onde se sublinha que “de governo em governo, de crise em crise, as condições de vida dos trabalhadores, dos reformados, pensionistas e idosos, do povo em geral se agravam”.
Por outro lado refere-se que “a política de menos Estado, melhor Estado, a par do chamado equilibrio das Finanças Públicas, tem sido desenvolvida à custa dos sacrificios dos mesmos de sempre, ao mesmo tempo que o capital económico, financeiro e especulativo aumentam escandalosamente os seus fabulosos lucros”.
Ñeste contexto, os participantes na concentração, que aprovaram a moção por unanimidade, exigem do Governo – “desenvolvimento de políticas que estejam em conformidade com o que determina a Constituição da República, nomeadamente nas áreas económicas, socias, culturais e da saúde”, assim como o “aumento intercalar das pensões e reformas”.
Por outro lado, exigem do Presidente da República, que “exerça as competências que lhe foram atribuídas, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República”.
Os participantes após a aprovação da moção dirigiram-se em manifestação, pelas ruas do Barreiro, dirigindo-se ao Centro de Segurança Social, no Barreiro, para que uma Delegação procedesse à entrega da Moção aprovada pelos manifestantes.













