3.º Aniversário do Mandato do PCP na Câmara do Barreiro“Contamos com o Barreiro para construir o novo Barreiro”
Dos três anos do mandato do PCP na Câmara Municipal do Barreiro falou na construção de “uma vasta equipa”,”de grande unidade e respeito, com o objectivo de construir um Barreiro melhor” e traça um balanço “com erros, graves e pequenos, com insuficiências” e acrescenta: “mas jamais pensava que ao fim de três anos estivéssemos onde estamos”.

Por Jornal Rostos
Começando por realçar que não se tratava de uma intervenção de carácter político, o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, chamou a atenção para a necessidade da “participação de todos” para a construção do chamado “Barreiro novo”, ao que expressou: “Contamos com o Barreiro para construir o novo Barreiro”. Não deixando de chamar a atenção para a importância de todos os “saberes e sensibilidades”, que diz serem independentes de opções político partidárias, ao que comenta: “sozinho ninguém constrói nada”.
“O Barreiro tem de ser um exemplo de participação, cidadania e democracia”
Considerando ainda que o elemento modal da vitória do PCP nas últimas eleições autárquicas no Barreiro se prendeu com as questões da participação, que diz serem marca presente na acção do actual executivo, sublinhou: “são indispensáveis de intensificar”, entendendo: “O Barreiro tem de ser um exemplo de participação, cidadania e democracia”. E do caminho seguido pelo actual executivo diz ser um caminho “que não é fácil” e que diz ser um “caminho de rigor, da assunção da virtuosidade dos projectos, mas também dos erros”.
“Mas jamais pensava que ao fim de três anos estivéssemos onde estamos”
Dos três anos do mandato do PCP na Câmara Municipal do Barreiro, fala na construção de “uma vasta equipa”,”de grande unidade e respeito, com o objectivo de construir um Barreiro melhor” e que entende que “passo a passo tem conseguido construir uma concepção de desenvolvimento”. Nesse âmbito, fez referência aos vereadores com pelouro, aos presidentes das oito juntas de freguesia do concelho, aos eleitos de outros órgãos políticos e aos trabalhadores da câmara como sendo elementos essenciais, sem os quais considera: “não teria sido possível chegar aonde chegámos.” Do mandato traça um balanço “com erros, graves e pequenos, com insuficiências” e acrescenta: “mas jamais pensava que ao fim de três anos estivéssemos onde estamos”, considerando que “mantendo-se a preocupação das dificuldade, há uma alteração qualitativa muitíssimo importante”.
“Reconheço que também temos tido sorte, mas a sorte também se constrói, temos sabido agarrar as oportunidades”
Considerando que “não é fácil ser eleito do poder local, quando pomos acima de tudo os interesses do Barreiro”, entende que tem sido uma “experiência muito interessante”, sobre a qual expressa: “partindo de um conjunto de pontos de vista diferentes conseguimos juntarmo-nos numa ideia, que é servir o Barreiro”. Em relação aos primeiros tempos do mandato entende que “a esperança e a convicção são as mesmas, as condições é que são diferentes”, o que diz que resulta não só das “circunstâncias da vida”, como “do nosso trabalho” e expressando: “Reconheço que também temos tido sorte”, acrescenta: “mas a sorte também se constrói, temos sabido agarrar as oportunidades.”
“Não podemos esquecer que o poder local existe para servir as pessoas”
“Estou muito satisfeito pelo que temos construído”, adiantou e considera que o Barreiro tem hoje “mais condições do que tinha”, reconhecendo: “precisamos de recuperar muitos atrasos, precisamos de mais saberes e no Barreiro há muitos, precisamos de aproveitar meios financeiros, precisamos de responder de forma mais célere aos problemas da população”, ao que sublinha: “não podemos esquecer que o poder local existe para servir as pessoas”. Considera que o Barreiro novo começa a ser construído, um Barreiro que se possa assumir como uma centralidade da Área Metropolitana de Lisboa polinucleada.
E afirmando: “vale a pena revisitar o Programa do PCP”, falou no que diz serem as apostas para o mandato, ao que fez menção ao reforço do centro do Barreiro que diz que “até ao final do ano esse passos tornar-se-ão mais claros”; a aproximação da cidade aos rios e prevê que até ao final de 2008 as fases finais do Polis arranquem; pelas questões do desenvolvimento económico, através dos projectos para a Quimiparque, com o Fórum Barreiro, sobre o qual comenta: “não é o emprego que nós desejávamos mas é emprego”. E falou ainda da Terceira Travessia do Tejo, do Metro Sul do Tejo e da ligação rodoviária ao Seixal, assim como da CRIPS. E dos parques de estacionamento previstos para o centro do Barreiro, sem adiantar muito, referiu: “que alguns perceberão melhor que os parques são também para usufruir os moradores”.
Andreia Catarina Lopes













