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Perspectivas

Rotary Clube da MoitaAssembleia Municipal da Moita vai apreciar novo PDM em 21 de Novembro

. Cais fluvial na Moita que permita a ligação a Lisboa

. Linha Barreiro-Praias Sado deve ser entendida como parte integrante de “um serviço urbano”

João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita foi o convidado na reunião do Rotary Clube da Moita, onde falou sobre estratégia e desenvolvimento do concelho.
O autarca referiu que, em de Julho de 2009, será aprovado o novo Plano Director Municipal da Moita.

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Rotary Clube da Moita Assembleia Municipal da Moita vai apreciar novo PDM em 21 de Novembro

Por Jornal Rostos

No final da sua intervenção interrogado sobre a evolução da aprovação do Plano Director Municipal, que se arrasta já há alguns anos, gorando as expectativas de alguns empresários, o presidente da Câmara Municipal da Moita, João Lobo, referiu que o Plano Director Municipal já obteve parecer favorável da CCDR, excepto nas Unidades Operativas de Planeamento e Gestão, “por onde passa o TGV”, tendo parecer favorável e sendo reconhecido que “se adequa ao PROT”.
Nesse sentido, sublinhou João Lobo, foi criada uma norma no PDM onde é referido que – “proíbe-se fazer qualquer coisa” – nas Unidades Operativas por onde passa o TGV.

“Em Julho de 2009 temos o PDM aprovado”

Nesse sentido o autarca considera que espera que o Plano Director esteja em condições, de forma global, de ser ratificado pelo Conselho de Ministros, ficando a excepção nas áreas referenciadas do TGV.
Neste contexto João Lobo referiu que o novo PDM vai ser analisado na reunião da Assembleia Municipal da Moita, no próximo dia 21 de Novembro ( “Onde será aprovado” –disse).
“Há muitas forças que não querem que a revisão do PDM vá para a frente” – sublinhou João Lobo, acrescentando, “isto não tem nada a ver com o Grupo da Várzea”.
O presidente da Câmara Municipal da Moita, referiu - “Em Julho de 2009 temos o PDM aprovado”.

Região “com maior capacidade de internacionalização do país

João Lobo, na sua intervenção inicial, salientou que o concelho da Moita integra a região mais rica do país que é a AML, a região “com maior capacidade de internacionalização do país”.
Referiu a importância do estuário do Rio Tejo, como centro de lazer e elemento estruturante de “uma cidade de duas margens”.
João Lobo, apontou factores que vão afectar o desenvolvimento do concelho da Moita, nomeadamente o TGV, travessia Barreiro-Chelas, a Pltaforma Logística do Poceirão; alertou para os problemas que resultam do envelhecimento da população; defendeu o combate à infoexclusão, e, por fim, sublinhou como a actual situação económica mundial afecta o tecido empresarial e a vida das autarquias.

PDM de 2ª geração não visa apenas apostar no ordenamento do território

O presidente da Câmara Municipal da Moita, salientou que o concelho da Moita tem uma identidade própria, marcada pela multiculturalidade, nesse sentido considera que uma estratégia de desenvolvimento do concelho deve ter uma “abordagem integrada e interdisciplinar” que contribua de “forma significativa para combater a segregação social”.
Na concepção do novo PDM, João Lobo, referiu que deve existir uma visão, que olhe para o concelho como “um espaço importante na construção da qualidade de vida”.
Referiu que sendo o novo PDM, um plano de 2ª geração, não visa apenas apostar no “Ordenamento do território”, mas tem subjacente uma “estratégia de desenvolvimento”.

Linha Barreiro-Praias Sado entendida como parte integrante de “um serviço urbano”

Recordou, João Lobo, que as ideias força na elaboração do novo PDM já estavam expressas na “Carta Estratégica do Concelho da Moita” apresentada há seis anos.
Nessa estratégia o autarca deu relevo à importância das acessibilidades, defendeu a necessidade da Linha Barreiro-Praias Sado, ser entendida como parte integrante de “um serviço urbano”, assim como a importância de existir um cais fluvial na Moita que permita a ligação a Lisboa.
No âmbito das actividades económicas, sublinhou a necessidade de se apostar na requalificação e reestruturação do Comércio Local, assim como na consolidação da actividade pecuária – “o concelho da Moita é o maior produtor de leite do país” - sublinhou.
A existência de uma frente ribeirinha com cerca de 20Km, na sua opinião, deve ser dinamizada como atracção e desenvolvimento do “Turismo de lazer”.
“Temos que ser um concelho para residir e para trabalhar” – sublinhou João Lobo, salientando a necessidade de serem estimuladas, “novas relações entre a autarquia e os cidadãos”

BREVE APONTAMENTO DE REPORTAGEM

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