Carvalho da Silva na Manifestação do Barreiro“Precisamos de mudança de rumo e a luta dos trabalhadores é um contributo para essa mudança”
Secretário-geral da CGTP considera ser “imperiosa” a mudança de política do Governo
“Por muito que façam conta que a nossa reivindicação não conta, ela conta”
No Barreiro - mais 153 desempregados do que no início do ano
Trabalhadores de vários sectores do Barreiro juntaram-se hoje em manifestação, reivindicando por melhores salários e condições de trabalho. Na iniciativa convocada pela União dos Sindicatos de Setúbal, jornada de luta inserida nas acções da CGTP-IN, o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, no momento que diz chamar-se "crise", defendeu a necessidade de melhoria dos salários e dos rendimentos do trabalho, assim como de melhores políticas sociais. Considerou ainda ser “imperiosa” a mudança de política “porque o caminho seguido leva-nos ao descalabro, como tem sido demonstrado, quer no plano nacional, quer no plano mundial”, sustentou.
“Por muito que façam conta que a nossa reivindicação não conta, ela conta”
No Barreiro - mais 153 desempregados do que no início do ano
Trabalhadores de vários sectores do Barreiro juntaram-se hoje em manifestação, reivindicando por melhores salários e condições de trabalho. Na iniciativa convocada pela União dos Sindicatos de Setúbal, jornada de luta inserida nas acções da CGTP-IN, o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, no momento que diz chamar-se "crise", defendeu a necessidade de melhoria dos salários e dos rendimentos do trabalho, assim como de melhores políticas sociais. Considerou ainda ser “imperiosa” a mudança de política “porque o caminho seguido leva-nos ao descalabro, como tem sido demonstrado, quer no plano nacional, quer no plano mundial”, sustentou.

Por Jornal Rostos
“Por muito que façam conta que a nossa reivindicação não conta, ela conta”
Na sua intervenção no Barreiro, o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, começou por referir: “Vivemos num tempo em que os trabalhadores protestam, desenvolvem reivindicações, quer no sector público, quer no privado e o Governo faz de conta que nada acontece”. Reivindicações que diz serem “fundamentas e protestos justos”, ao que comenta: “Por muito que façam conta que a nossa reivindicação não conta, ela conta”. O secretário-geral da CGTP reivindicou: aumentos de salários e das reformas, recentragem de políticas sociais, “que deixem de se vistas em lógica de produtos de mercado” e acrescentou: “ que vão em socorro de centenas de milhares de portugueses que vivem em dificuldade”, ao que reforçou: “a protecção social é indispensável”. O trabalho precário, os recibos verdes e as baixas pensões foram também questões que criticou. Para o apoio do Governo às empresas, defendeu “ muito rigor e definição concreta”.
“A mudança de política é uma necessidade imperiosa”
No cenário actual que diz ser de “bloqueio e medos” e do momento que diz chamar-se “crise”, defende: “A mudança de política é uma necessidade imperiosa porque o caminho que tem sido seguido leva-nos ao descalabro, como tem sido demonstrado, quer no plano nacional, quer no plano mundial.”
“Precisamos de mudança de rumo e a luta dos trabalhadores é um contributo para essa mudança”
E referindo que se espera em 2009, ano de eleições, “uma forte luta para que as coisas mudem”, sublinha: “Precisamos de mudança de rumo e a luta dos trabalhadores é um contributo para essa mudança”, ao que reforça: “Enquanto houver sociedade humana, é a movimentação dos homens e das mulheres, em cada contexto histórico, que determina os caminhos”.
Defesa de políticas que promovam “uma mais justa distribuição da riqueza e orientadas para o tecido produtivo, o emprego e o social”
“Está na hora desta política se ir embora! Trabalho sim, desemprego não!” eram os gritos de ordem que mais se ouviam. Trabalhadores da AP Amoníacos, da Fisipe, da EMEF, CPB Companhia Petroquímica do Barreiro e da administração local juntaram-se em manifestação pela defesa de melhores salários e condições de trabalho e entregaram no Instituto do Emprego e Formação Profissional do Barreiro uma resolução que exigia uma ruptura com as actuais políticas do Governo e pela defesa de políticas que promovam “uma mais justa distribuição da riqueza e de políticas orientadas para o tecido produtivo, o emprego e o social, em resposta às desigualdades sociais”, melhores salários e pensões e que o Código de Trabalho “aprovado apenas pelo PS seja expurgado das inconstitucionalidades e tendo em conta a proposta da CGTP-IN”.
No Barreiro - mais 153 desempregados do que no início do ano
Na resolução a União dos Sindicatos destaca ainda o problema do aumento do desemprego, referindo que os últimos dados do Centro de Emprego, referentes ao mês de Outubro, a nível do distrito de Setúbal existem 31.595 mil desempregados e no concelho do Barreiro 3.564, representando uma percentagem de 11,3 a nível do desemprego no distrito e mais 153 desempregados do que no início do ano.
Cumprimento de direitos e cumprimento da convenção colectiva
Na manifestação os trabalhadores da AP - Amoníacos de Portugal reivindicavam medidas para a retoma da produção e normal funcionamento da empresa, o cumprimento de direitos e cumprimento da convenção colectiva. Da Fisipe, defendiam a recuperação do poder de compra e o cumprimento da convenção colectiva e da Companhia Petroquímica do Barreiro (CPB) reivindicavam o pagamento do subsídio de férias e o pagamento atempado dos salários, assim como medidas para a melhoria da produção e normal funcionamento da empresa.
Andreia Catarina Lopes
Na sua intervenção no Barreiro, o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, começou por referir: “Vivemos num tempo em que os trabalhadores protestam, desenvolvem reivindicações, quer no sector público, quer no privado e o Governo faz de conta que nada acontece”. Reivindicações que diz serem “fundamentas e protestos justos”, ao que comenta: “Por muito que façam conta que a nossa reivindicação não conta, ela conta”. O secretário-geral da CGTP reivindicou: aumentos de salários e das reformas, recentragem de políticas sociais, “que deixem de se vistas em lógica de produtos de mercado” e acrescentou: “ que vão em socorro de centenas de milhares de portugueses que vivem em dificuldade”, ao que reforçou: “a protecção social é indispensável”. O trabalho precário, os recibos verdes e as baixas pensões foram também questões que criticou. Para o apoio do Governo às empresas, defendeu “ muito rigor e definição concreta”.
“A mudança de política é uma necessidade imperiosa”
No cenário actual que diz ser de “bloqueio e medos” e do momento que diz chamar-se “crise”, defende: “A mudança de política é uma necessidade imperiosa porque o caminho que tem sido seguido leva-nos ao descalabro, como tem sido demonstrado, quer no plano nacional, quer no plano mundial.”
“Precisamos de mudança de rumo e a luta dos trabalhadores é um contributo para essa mudança”
E referindo que se espera em 2009, ano de eleições, “uma forte luta para que as coisas mudem”, sublinha: “Precisamos de mudança de rumo e a luta dos trabalhadores é um contributo para essa mudança”, ao que reforça: “Enquanto houver sociedade humana, é a movimentação dos homens e das mulheres, em cada contexto histórico, que determina os caminhos”.
Defesa de políticas que promovam “uma mais justa distribuição da riqueza e orientadas para o tecido produtivo, o emprego e o social”
“Está na hora desta política se ir embora! Trabalho sim, desemprego não!” eram os gritos de ordem que mais se ouviam. Trabalhadores da AP Amoníacos, da Fisipe, da EMEF, CPB Companhia Petroquímica do Barreiro e da administração local juntaram-se em manifestação pela defesa de melhores salários e condições de trabalho e entregaram no Instituto do Emprego e Formação Profissional do Barreiro uma resolução que exigia uma ruptura com as actuais políticas do Governo e pela defesa de políticas que promovam “uma mais justa distribuição da riqueza e de políticas orientadas para o tecido produtivo, o emprego e o social, em resposta às desigualdades sociais”, melhores salários e pensões e que o Código de Trabalho “aprovado apenas pelo PS seja expurgado das inconstitucionalidades e tendo em conta a proposta da CGTP-IN”.
No Barreiro - mais 153 desempregados do que no início do ano
Na resolução a União dos Sindicatos destaca ainda o problema do aumento do desemprego, referindo que os últimos dados do Centro de Emprego, referentes ao mês de Outubro, a nível do distrito de Setúbal existem 31.595 mil desempregados e no concelho do Barreiro 3.564, representando uma percentagem de 11,3 a nível do desemprego no distrito e mais 153 desempregados do que no início do ano.
Cumprimento de direitos e cumprimento da convenção colectiva
Na manifestação os trabalhadores da AP - Amoníacos de Portugal reivindicavam medidas para a retoma da produção e normal funcionamento da empresa, o cumprimento de direitos e cumprimento da convenção colectiva. Da Fisipe, defendiam a recuperação do poder de compra e o cumprimento da convenção colectiva e da Companhia Petroquímica do Barreiro (CPB) reivindicavam o pagamento do subsídio de férias e o pagamento atempado dos salários, assim como medidas para a melhoria da produção e normal funcionamento da empresa.
Andreia Catarina Lopes
















