AMAL, SA - Moita«Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país»
. A AMAL está a construir a nova ponte ferroviária sobre o Rio Sado, em Alcácer do Sal
Samuel Mendes Pacheco, Administrador da AMAL, uma empresa de dimensão internacional, em entrevista ao “Rostos” salientou que a AMAL,SA no seu sector – “É considerada uma das melhores empresas portuguesas. Está bem estruturada. Está bem organizada. Está preparada para o futuro, o que não acontece com muitas empresas portuguesas”.
O administrador da AMAL, um homem do Barreiro, sublinhou - “Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país. Somos a nº 2 do país.”
Samuel Mendes Pacheco, Administrador da AMAL, uma empresa de dimensão internacional, em entrevista ao “Rostos” salientou que a AMAL,SA no seu sector – “É considerada uma das melhores empresas portuguesas. Está bem estruturada. Está bem organizada. Está preparada para o futuro, o que não acontece com muitas empresas portuguesas”.
O administrador da AMAL, um homem do Barreiro, sublinhou - “Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país. Somos a nº 2 do país.”

Por Jornal Rostos
O Grupo AMAL é composto pela AMAL, SA ( com instalações na Moita); AMAL Sines; EMECEB ( Barreiro) ; ACEDE ( empresa de trabalho temporário com instalações na Quimiparque), AMAL Angola; AMAL Setúbal; AMAL Eslováquia; AMAL São Tomé e Príncipe e, em breve, vai expandir-se para a Tunísia.
A AMAL é uma empresa de Metalomecânica, ligada ao sector industrial, nomeadamente aos ramos petrolíferos e petroquímicos, sendo uma empresa especializada na produção de tanques destinados às grandes stokagens e armazenagens de combustíveis, como é o caso dos tanques da LBC Tanquipor, no Barreiro.
Actualmente a AMAL está a construir os tanques de armazenagem da GALP Porto.
Nova ponte ferroviária sobre o Rio Sado
A AMAL, também, intervém na concretização de outros projectos, estando, sendo neste momento a empresa que está a construir a nova ponte ferroviária sobre o Rio Sado, em Alcácer do Sal, em colaboração com a empresa Teixeira Duarte.
Uma empresa que nasceu no Barreiro
A AMAL foi fundada no ano de 1984, com origem numa empresa que existia no Barreiro – Almeida Marques e Almeida, propriedade de Felisbertino Marques, cujas instalações estavam localizadas na Rua António José de Almeida, que foi comprada por Samuel Mendes Pacheco, natural de Palhais, concelho do Barreiro.
A AMAL funcionou no Barreiro até ao ano de 1987, na Rua António José de Almeida, tendo transferido, nesse ano, as suas instalações para o concelho da Moita, no Chão Duro, onde continua a manter a sua laboração.
A transferência da empresa para o seu actual espaço, no Chão Duro, foi decisivo para o seu posterior desenvolvimento e sua internacionalização, consubstanciada na existência do Grupo AMAL SGPS.
Facturação de 100 milhões de euros por ano
Actualmente o Grupo AMAL concretiza uma facturação na ordem dos 100 milhões de euros por ano, enquanto a AMAL,SA, só por si, no ano 2008, facturou na ordem dos 57 milhões de euros.
A empresa conta no seu quadro de pessoal com 300 trabalhadores na AMAL, enquanto no Grupo AMAL, trabalham em média de 800 pessoas.
A facturação anual da empresa na ordem dos 70% é concretizada por encomendas de trabalhos para o exterior do país.
Uma empresa indispensável ao futuro do país
Samuel Pacheco, Administrador da AMAL está confiante, e, sublinhou ao “Rostos” que a empresa está em condições de superar a actual situação de crise que afecta o país - “Podemos enfrentar a situação sem problemas. Até porque há, nos tempos de hoje, um conjunto de investimentos que vão ser feitos no país, para os quais o nosso sector é indispensável”.
Saliente-se que, actualmente, em Portugal, empresas no sector da metalomecânica com a dimensão da AMAL, refere Samuel Pacheco – “ Hoje, há muito poucas, que tenham as duas componentes que nós temos, o fabrico e a montagem”.
Há uma cultura ligada há metalomecânica no distrito de Setúbal
A AMAL na sua actividade regular procura desenvolver a formação dos seus trabalhadores e de novos quadros, tendo por finalidade dar continuidade aos saberes existentes nesta área socio-profissional que, saliente-se, tem grandes tradições no distrito de Setúbal.
“Há uma cultura ligada há metalomecânica, no distrito de Setúbal e no Barreiro que foi muito forte, durante anos.
Aqui, existiam neste sector empresas muito fortes, desde a Equimetal, a Mompor, a Sorefame, a Lisnave, a Setenave, até aos anos 80, quando o sector metalomecânico caiu, tendo falido completamente.
As empresas que sobreviveram foram empresas mais pequenas, como é o caso da nossa, que, ao longo dos anos fomos ganhando espaço.” – salienta Samuel Pacheco.
Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país
“Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país. Somos a nº 2 do país.” – refere com um sorriso de orgulho no seu olhar, Samuel Pacheco, Administrador da AMAL.
Recorda o Administrador da AMAL, um homem que sente o sector metalomecânico como parte da sua vida, que a empresa desenvolve, com muito cuidado e atenção, de forma permanente políticas de gestão direccionadas para segurança e prevenção, sendo uma empresa certificada na ISO9000, certificada no ambiente e outras áreas que reconhecem essenciais para o bom desempenho da actividade empresarial.
“Temos esta preocupação por várias razões : primeiro porque é fundamental para os nossos trabalhadores, mas, também, porque para os nossos clientes é uma garantia de profissionalismo e qualidade” – salienta Samuel Pacheco.
Queremos ser a melhor
“Somos uma empresa que no nosso sector é considerada uma das melhores empresas portuguesas. Está bem estruturada. Está bem organizada. Está preparada para o futuro, o que não acontece com muitas empresas portuguesas.
Temos investido. Temos criado condições para que a nossa empresa seja a melhor. Esperamos e queremos ser a melhor” – salientou Samuel Mendes Pacheco.
António Sousa Pereira
A AMAL é uma empresa de Metalomecânica, ligada ao sector industrial, nomeadamente aos ramos petrolíferos e petroquímicos, sendo uma empresa especializada na produção de tanques destinados às grandes stokagens e armazenagens de combustíveis, como é o caso dos tanques da LBC Tanquipor, no Barreiro.
Actualmente a AMAL está a construir os tanques de armazenagem da GALP Porto.
Nova ponte ferroviária sobre o Rio Sado
A AMAL, também, intervém na concretização de outros projectos, estando, sendo neste momento a empresa que está a construir a nova ponte ferroviária sobre o Rio Sado, em Alcácer do Sal, em colaboração com a empresa Teixeira Duarte.
Uma empresa que nasceu no Barreiro
A AMAL foi fundada no ano de 1984, com origem numa empresa que existia no Barreiro – Almeida Marques e Almeida, propriedade de Felisbertino Marques, cujas instalações estavam localizadas na Rua António José de Almeida, que foi comprada por Samuel Mendes Pacheco, natural de Palhais, concelho do Barreiro.
A AMAL funcionou no Barreiro até ao ano de 1987, na Rua António José de Almeida, tendo transferido, nesse ano, as suas instalações para o concelho da Moita, no Chão Duro, onde continua a manter a sua laboração.
A transferência da empresa para o seu actual espaço, no Chão Duro, foi decisivo para o seu posterior desenvolvimento e sua internacionalização, consubstanciada na existência do Grupo AMAL SGPS.
Facturação de 100 milhões de euros por ano
Actualmente o Grupo AMAL concretiza uma facturação na ordem dos 100 milhões de euros por ano, enquanto a AMAL,SA, só por si, no ano 2008, facturou na ordem dos 57 milhões de euros.
A empresa conta no seu quadro de pessoal com 300 trabalhadores na AMAL, enquanto no Grupo AMAL, trabalham em média de 800 pessoas.
A facturação anual da empresa na ordem dos 70% é concretizada por encomendas de trabalhos para o exterior do país.
Uma empresa indispensável ao futuro do país
Samuel Pacheco, Administrador da AMAL está confiante, e, sublinhou ao “Rostos” que a empresa está em condições de superar a actual situação de crise que afecta o país - “Podemos enfrentar a situação sem problemas. Até porque há, nos tempos de hoje, um conjunto de investimentos que vão ser feitos no país, para os quais o nosso sector é indispensável”.
Saliente-se que, actualmente, em Portugal, empresas no sector da metalomecânica com a dimensão da AMAL, refere Samuel Pacheco – “ Hoje, há muito poucas, que tenham as duas componentes que nós temos, o fabrico e a montagem”.
Há uma cultura ligada há metalomecânica no distrito de Setúbal
A AMAL na sua actividade regular procura desenvolver a formação dos seus trabalhadores e de novos quadros, tendo por finalidade dar continuidade aos saberes existentes nesta área socio-profissional que, saliente-se, tem grandes tradições no distrito de Setúbal.
“Há uma cultura ligada há metalomecânica, no distrito de Setúbal e no Barreiro que foi muito forte, durante anos.
Aqui, existiam neste sector empresas muito fortes, desde a Equimetal, a Mompor, a Sorefame, a Lisnave, a Setenave, até aos anos 80, quando o sector metalomecânico caiu, tendo falido completamente.
As empresas que sobreviveram foram empresas mais pequenas, como é o caso da nossa, que, ao longo dos anos fomos ganhando espaço.” – salienta Samuel Pacheco.
Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país
“Somos considerada a segunda PME, das mil melhores PME’s do país. Somos a nº 2 do país.” – refere com um sorriso de orgulho no seu olhar, Samuel Pacheco, Administrador da AMAL.
Recorda o Administrador da AMAL, um homem que sente o sector metalomecânico como parte da sua vida, que a empresa desenvolve, com muito cuidado e atenção, de forma permanente políticas de gestão direccionadas para segurança e prevenção, sendo uma empresa certificada na ISO9000, certificada no ambiente e outras áreas que reconhecem essenciais para o bom desempenho da actividade empresarial.
“Temos esta preocupação por várias razões : primeiro porque é fundamental para os nossos trabalhadores, mas, também, porque para os nossos clientes é uma garantia de profissionalismo e qualidade” – salienta Samuel Pacheco.
Queremos ser a melhor
“Somos uma empresa que no nosso sector é considerada uma das melhores empresas portuguesas. Está bem estruturada. Está bem organizada. Está preparada para o futuro, o que não acontece com muitas empresas portuguesas.
Temos investido. Temos criado condições para que a nossa empresa seja a melhor. Esperamos e queremos ser a melhor” – salientou Samuel Mendes Pacheco.
António Sousa Pereira
















