Exposição “Marcas do Quotidiano Operário: Barreiro anos 40-50 – Tempos de Lazer”Aspectos mais desconhecidos da vida dos barreirenses
Concurso de Fotografia “Coretos: Elos de Ligação entre o Passado e o Presente” será inaugurado na 1.ª semana de Junho no Forum Barreiro
Hoje foi inaugurada, nas instalações da Junta de Freguesia do Barreiro, a exposição “Marcas do Quotidiano Operário: Barreiro anos 40-50 – Tempos de Lazer”, da autoria do grupo “Projecto Património Cultural Europeu – que identidade”, que é composto por sete professoras da Escola Secundária de Santo André (ESSA).
Os Piqueniques. Os Jogos Florais. O Jogo do pau. O Jogo da Malha. A ida à taberna. Os lavoures. As matinés dançantes, as cinéfilas e o teatro, são algumas das iniciativas que são evocadas na exposição e que retratam “como os barreirenses e particularmente os operários ocupavam os tempos livres nos anos 40 e 50”.
Hoje foi inaugurada, nas instalações da Junta de Freguesia do Barreiro, a exposição “Marcas do Quotidiano Operário: Barreiro anos 40-50 – Tempos de Lazer”, da autoria do grupo “Projecto Património Cultural Europeu – que identidade”, que é composto por sete professoras da Escola Secundária de Santo André (ESSA).
Os Piqueniques. Os Jogos Florais. O Jogo do pau. O Jogo da Malha. A ida à taberna. Os lavoures. As matinés dançantes, as cinéfilas e o teatro, são algumas das iniciativas que são evocadas na exposição e que retratam “como os barreirenses e particularmente os operários ocupavam os tempos livres nos anos 40 e 50”.

Por Jornal Rostos
“É interessante e positivo dar a conhecer aspectos mais desconhecidos da vida dos barreirenses”
“Como os barreirenses e particularmente os operários ocupavam os tempos livres nos anos 40 e 50”, é o mote para a exposição que está patente na Junta de Freguesia do Barreiro até à primeira semana de Junho. Na sua intervenção, o presidente da Junta de Freguesia do Barreiro, Raul Malacão, disse trata-se da reedição de uma exposição das professoras do grupo “Projecto Património Cultural Europeu – que identidade”, da ESSA, que já esteve patente na Junta de Freguesia de Santo André no ano passado e que, devido ao interesse suscitado, está agora na Junta do Barreiro. Uma mostra que diz que, para além de estar aberta à comunidade em geral, se dirige às crianças do 1.º ciclo da freguesia. E para isso, a exposição conta também com um espaço interactivo, onde as crianças vão poder decorar uma árvore com materiais reciclados. “É interessante e positivo dar a conhecer aspectos mais desconhecidos da vida dos barreirenses”, referiu o presidente da Junta, ao que acrescentou: “fazia-se muita coisa no Barreiro que hoje se faz noutros sítios, no âmbito cultural, desportivo e até social”.
A importância do espólio do Arquivo Municipal
Para a exposição, as professoras contam que se debruçaram sobre o material existente no Arquivo Municipal, onde encontraram cartazes de época que davam conta do tipo de festas que se faziam na altura. Jogos Florais. O Jogo do pau. O Jogo da Malha. A ida à taberna. Os lavoures. As “matinés” dançantes. O teatro. São algumas das iniciativas que são evocadas na exposição. Ao que se acrescenta um “retrato vivo” de um piquenique, com alusões ao Dia da Espiga, que se assinalou ontem. E nesse retrato não falta a ida em carroça ou em burro, através de um desenho de um aluno, a alusão ao tacho com arroz de tomate, que era acompanhado pelos carapaus fritos, e os elementos para a diversão, que incluem um acordeão.
Junção de professoras de diferentes áreas
O grupo “Projecto Património Cultural Europeu – que identidade”, mais conhecido por “Grupo 8”, é um projecto de três anos que vai no seu segundo ano e é constituído pelas professoras: Alice Xavier, Ana Afonso, Cristina Silva, Idalina Le Forestier, Justina Silva, Paula Delgado e Paula Leite. Sobre o grupo, a professora Idalina Le Forestier conta que a junção de professoras de diferentes áreas, desde a história, a economia ou as artes, surgiu de forma natural, uma vez que já trabalhavam em conjunto há quatro anos. ”Mercearia à Mesa” foi um dos temas de uma outra exposição que já foi exposta no Barreiro que “recriava uma mercearia dos anos 40”, lembra Alice Xavier, assim como o Concurso de Fotografia: “Barreiro, Passado e Presente”, que este ano foi alargado ao distrito de Setúbal, sob o tema “Coretos: Elos de Ligação entre o Passado e o Presente”.
Concurso de Fotografia “Coretos: Elos de Ligação entre o Passado e o Presente” será inaugurado na 1.ª semana de Junho no Forum Barreiro
Sobre o concurso de fotografia, Idalina Le Forestier diz que será inaugurada na primeira semana de Junho no Forum Barreiro e que teve 23 trabalhos a concurso. As juntas de freguesia do Barreiro e de Santo António da Charneca, a Estalagem do Sado e o Restaurante Manuela Borges são algumas das entidades que apoiam o concurso. E quanto ao futuro do projecto, as professoras dizem que no terceiro ano pensam alargá-lo a nível europeu e para tal procuram arranjar uma parceria, com o intuito também de mostrar os elementos da cultura portuguesa fora de fronteiras.
Andreia Catarina Lopes
“Como os barreirenses e particularmente os operários ocupavam os tempos livres nos anos 40 e 50”, é o mote para a exposição que está patente na Junta de Freguesia do Barreiro até à primeira semana de Junho. Na sua intervenção, o presidente da Junta de Freguesia do Barreiro, Raul Malacão, disse trata-se da reedição de uma exposição das professoras do grupo “Projecto Património Cultural Europeu – que identidade”, da ESSA, que já esteve patente na Junta de Freguesia de Santo André no ano passado e que, devido ao interesse suscitado, está agora na Junta do Barreiro. Uma mostra que diz que, para além de estar aberta à comunidade em geral, se dirige às crianças do 1.º ciclo da freguesia. E para isso, a exposição conta também com um espaço interactivo, onde as crianças vão poder decorar uma árvore com materiais reciclados. “É interessante e positivo dar a conhecer aspectos mais desconhecidos da vida dos barreirenses”, referiu o presidente da Junta, ao que acrescentou: “fazia-se muita coisa no Barreiro que hoje se faz noutros sítios, no âmbito cultural, desportivo e até social”.
A importância do espólio do Arquivo Municipal
Para a exposição, as professoras contam que se debruçaram sobre o material existente no Arquivo Municipal, onde encontraram cartazes de época que davam conta do tipo de festas que se faziam na altura. Jogos Florais. O Jogo do pau. O Jogo da Malha. A ida à taberna. Os lavoures. As “matinés” dançantes. O teatro. São algumas das iniciativas que são evocadas na exposição. Ao que se acrescenta um “retrato vivo” de um piquenique, com alusões ao Dia da Espiga, que se assinalou ontem. E nesse retrato não falta a ida em carroça ou em burro, através de um desenho de um aluno, a alusão ao tacho com arroz de tomate, que era acompanhado pelos carapaus fritos, e os elementos para a diversão, que incluem um acordeão.
Junção de professoras de diferentes áreas
O grupo “Projecto Património Cultural Europeu – que identidade”, mais conhecido por “Grupo 8”, é um projecto de três anos que vai no seu segundo ano e é constituído pelas professoras: Alice Xavier, Ana Afonso, Cristina Silva, Idalina Le Forestier, Justina Silva, Paula Delgado e Paula Leite. Sobre o grupo, a professora Idalina Le Forestier conta que a junção de professoras de diferentes áreas, desde a história, a economia ou as artes, surgiu de forma natural, uma vez que já trabalhavam em conjunto há quatro anos. ”Mercearia à Mesa” foi um dos temas de uma outra exposição que já foi exposta no Barreiro que “recriava uma mercearia dos anos 40”, lembra Alice Xavier, assim como o Concurso de Fotografia: “Barreiro, Passado e Presente”, que este ano foi alargado ao distrito de Setúbal, sob o tema “Coretos: Elos de Ligação entre o Passado e o Presente”.
Concurso de Fotografia “Coretos: Elos de Ligação entre o Passado e o Presente” será inaugurado na 1.ª semana de Junho no Forum Barreiro
Sobre o concurso de fotografia, Idalina Le Forestier diz que será inaugurada na primeira semana de Junho no Forum Barreiro e que teve 23 trabalhos a concurso. As juntas de freguesia do Barreiro e de Santo António da Charneca, a Estalagem do Sado e o Restaurante Manuela Borges são algumas das entidades que apoiam o concurso. E quanto ao futuro do projecto, as professoras dizem que no terceiro ano pensam alargá-lo a nível europeu e para tal procuram arranjar uma parceria, com o intuito também de mostrar os elementos da cultura portuguesa fora de fronteiras.
Andreia Catarina Lopes

















