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Perspectivas

Banco Espírito Santo dá visibilidade no Barreiro à linha de financiamento do Programa PARESAssinados protocolos com três instituições do concelho do Barreiro

Decorreu no Convento da Verderena a cerimónia de assinatura dos protocolos de financiamento pelo BES – Banco Espírito Santo de três projectos do Programa PARES, do CATICA, Santa Casa da Misericórdia do Barreiro e Centro Social de Palhais, de referir que, todos estes projectos, contaram com a cedência de terrenos por parte da Câmara Municipal do Barreiro.

“Esta região do nosso país foi desfavorecida durante muitos anos, desde logo pela desindustrialização, que, aliás, está agora a assumir contornos muitos graves, porque um dos elementos mais chocantes desta crise é a deslocalização de empresas para outras partes do mundo.” – sublinhou Ricardo Salgado, presidente do BES, no decorrer da cerimónia de assinatura dos protocolos.

O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, salientou que o objectivo da Câmara Municipal “é resolver os problemas das pessoas” e considerou que através da cedência dos terrenos para a concretização destes projectos a autarquia – “não fazemos mais que a nossa obrigação”.

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Banco Espírito Santo dá visibilidade no Barreiro à linha de financiamento do Programa PARES Assinados protocolos com três instituições do concelho do Barreiro

Por Jornal Rostos

José António Antunes, Gerente do Balcão do Barreiro do Banco Espírito Santo, foi o anfitrião da cerimónia de assinatura dos protocolos de financiamento dos projectos do Programa PARES que vão ser realizados no concelho do Barreiro, da responsabilidade do CATICA, do Centro de Acção Social de Palhais e Santa Casa da Misericórdia do Barreiro.
Todos estes projectos contaram com a cedência de terrenos por parte da Câmara Municipal do Barreiro.
A cerimónia contou com a presença de Ricardo Salgado, presidente do BES – Banco Espírito Santo; Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro; Regina Janeiro, vereadora do Pelouro dos Assuntos Sociais da Câmara Municipal do Barreiro e Fátima Lopes, presidente do Centro Regional de Segurança Social de Setúbal, que acompanha o Programa PARES.
José António Antunes procedeu à divulgação do teor do conteúdo dos certificados, que foram assinados pelo BES – Banco Espírito Santo, pela Câmara Municipal do Barreiro e por cada uma das três instituições.

O banco de todos os portugueses

Ricardo Salgado, presidente do BES, recordou que o Banco Espírito Santo, fundado em 1869, tem uma grande tradição em Portugal, contando com uma rede de 733 balcões, cobrindo 95% dos municípios do país
Referiu que, inicialmente era um banco mais direccionado para as empresas e para as elites, mas, nos últimos tem vindo a afirmar-se como “o banco de todos os portugueses”.
Salientou que desde a privatização, em 1991/92, o BES voltou-se para “os mercados particulares”, promovendo uma grande expansão regional.
Ricardo Salgado sublinhou que o BES tem vindo a intervir junto ao sector público e no apoio às
Organizações Sociais, tendo lançado recentemente o Micro-Crédito em colaboração com as IPSS’s.

Os portugueses têm que dar todos as mãos

“Esta região do nosso país foi desfavorecida durante muitos anos, desde logo pela desindustrialização, que, aliás, está agora a assumir contornos muitos graves, porque um dos elementos mais chocantes desta crise é a deslocalização de empresas para outras partes do mundo.” – sublinhou Ricardo Salgado, referindo que esta é uma das causas do aumento do desemprego, que afecta o distrito de Setúbal e o norte do país.
O presidente do BES salientou que o banco tem evoluído na região de Setúbal e reconheceu o contributo de José António Antunes na concretização desse desenvolvimento – “tem sido incansável a ele muito se deve” - disse.
Ricardo Salgado referiu que “os portugueses têm que dar todos as mãos” para promover a “inovação do país, vamos ter que reconverter e fazer coisas novas”.

Vamos dar apoio a mais 150 crianças

Carlos Valentim Oliveira, presidente da direcção do Centro de Acção Social de Palhais, referiu que a assinatura deste protocolo “garante o empréstimo” que permite “levar a bom termo a construção da obra que nos propusemos”.
“Graças ao BES vamos dentro de muito pouco tempo dar apoio a mais 150 crianças” – referiu Valentim Oliveira.
O dirigente do Centro de Acção Social de Palhais agradeceu o contributo da Câmara Municipal do Barreiro, “que nos facilitou o terreno” e do Centro Regional de Segurança Social, referindo – “o apoio considerável atribuído pelo Governo através do Programa PARES”.

O bem comum e o bem estar das sociedades constrói-se com parcerias

Armando Gomes, presidente da Direcção do CATICA, sublinhou que “o bem comum e o bem estar das sociedades cada vez mais se constrói com parcerias”.
Por outro lado referiu que aquilo que une os presentes na cerimónia para enfrentar os desafios do futuro – “é esta parceria que é possível construir com a Câmara Municipal do Barreiro, com a Segurança Social, com o Governo e com o BES através de protocolos”.
Armando Gomes, salientou que este “esforço comum” permite desenvolver o bem estar daqueles que mais necessitam.
O CATICA com este protocolo vai alargar a sua capacidade de resposta, dentro de um ano, quer em pré-escolar, quer em creche – “beneficiando a população do concelho e dos concelhos limítrofes”.

Câmara do Barreiro tem sido diligente a apoiar no que é preciso

Júlio Freire, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, referiu que o protocolo vai permitir a construção de uma Creche, a construção dos Cuidados Continuados, a construção de um edifício junto às instalações da Rua Miguel Bombarda, num valor de 3 milhões e 600 mil euros.
A população do Barreiro não pode deixar de sublinhar que seja um banco, neste caso o BES, a patrocinar tudo isto” – referiu.
O Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro referiu que a Câmara Municipal do Barreiro – “tem sido diligente a apoiar no que é preciso”.
Na sua intervenção referiu outros projectos que estão a ser estudados e projectados pela Santa Casa da Misericórdia do Barreiro.

Câmara Municipal quer resolver os problemas

O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, salientou que o objectivo da Câmara Municipal “é resolver os problemas das pessoas” e considerou que através da cedência dos terrenos para a concretização destes projectos a autarquia – “não fazemos mais que a nossa obrigação”.
O autarca salientou que a Câmara Municipal não é dos eleitos é das pessoas do concelho do Barreiro, e existe para resolver os problemas das pessoas, acrescentando que, nesse sentido, o desenvolvimento de parcerias é fundamental para encontrar formas de resolução dos problemas – “e nisto é sempre possível irmos mais longe”.
Carlos Humberto deu o exemplo da colaboração que tem existido entre a autarquia e as instituições de solidariedade social.
"Esta tem sido a nossa predisposição no presente e será a nossa predisposição no futuro" - – sublinhou.

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