Ministra da Saúde, Ana Jorge, no BarreiroAté ao final do ano entrarão em funcionamento mais 119 camas em Unidades de Cuidados Paliativos
. Será criada uma Unidade de Cuidados Paliativos no Montijo
A Ministra da Saúde, Ana Jorge, sublinhou que até ao final do ano 2010, entrarão em funcionamento mais 119 camas em Unidades de Cuidados Paliativos, a acrescentar às 118 camas que estão actualmente me funcionamento.
Inês Guerreiro, Coordenadora Nacional do Programa Rede de Cuidados Paliativos, que o programa da Rede que está a ser criado em Portugal – “está a ser monitorizado pela OMS”, sendo reconhecido como “um projecto piloto”.
Isabel Pinto Monteiro, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, EPE, sublinhou que a Unidade de Cuidados Paliativos, está integrada no Programa Nacional de Cuidados Paliativos, prevendo-se a criação de duas unidades esta agora inaugurada no Barreiro – com 10 camas - e uma futura unidade no Hospital do Montijo – com 8 camas, cujo concurso será lançado ainda este ano.

Por Jornal Rostos
Ana Jorge, Ministra da Saúde, inaugurou, hoje, no Hospital Nossa Senhora do Rosário, Barreiro, a Unidade de Cuidados Paliativos do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, EPE (CHBM EPE), a primeira da Península de Setúbal e a segunda no distrito de Setúbal.
Ana Jorge referiu ser “extremamente gratificante” inaugurar uma Unidade que “tem qualidade” e com uma “capacidade multifuncional”.
A Ministra da Saúde sublinhou que sendo estas Unidades destinadas a pessoas que numa fase das suas vidas carecem de um cuidado especial, devem ter como objectivo proporcionar que os utentes, após restabelecidos, possam regressar a suas casas, com resposta de apoios domiciliários.
Salientou Ana Jorge, “algo que é novo na área da medicina”, para a qual os profissionais de Saúde foram formados, no sentido de superar aquilo que durante muitos anos foi prática, - “já não há nada a fazer”.
“Esse já não há nada a fazer faz parte do passado. Há sempre qualquer coisa a fazer.” – sublinhou a Ministra da Saúde.
Formação de cerca de 500 profissionais ao nível nacional
A Ministra da Saúde salientou a importância da Rede de Cuidados Paliativos, que tem vindo a ser construída desde o ano 2006.
Recordou que para a implementação da rede têm sido desenvolvidos protocolos, com a Fundação Calouste Gulbenkian, para a formação dos profissionais da área, estando previstos para este ano a formação de cerca de 500 profissionais ao nível nacional.
Ana Jorge, sublinhou que até ao final do ano 2010, entrarão em funcionamento mais 119 camas em Unidades de Cuidados Paliativos, a acrescentar às 118 camas que estão actualmente me funcionamento.
Segunda Unidade no Distrito de Setúbal
Recorde-se que no Distrito de Setúbal esta é a segunda unidade que entra em funcionamento. A primeira que entrou em funcionamento foi no Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém.
Ana Jorge sublinhou a importância das parcerias no desenvolvimento da Rede de Cuidados Continuados, na área dos Paliativos, nomeadamente a cooperação com a Segurança Social.
Concurso para Unidade no Montijo será lançado este ano
Isabel Pinto Monteiro, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, EPE, sublinhou que a Unidade de Cuidados Paliativos, está integrada no Programa Nacional de Cuidados Paliativos, prevendo-se a criação de duas unidades esta agora inaugurada no Barreiro – com 10 camas - e uma futura unidade no Hospital do Montijo – com 8 camas, cujo concurso será lançado ainda este ano.
Isabel Monteiro, salientou que a equipa constituída para a Unidade criada no Barreiro – “é uma equipa com profissionalismo especifico”.
OMS está a monitorizar o projecto em Portugal
Inês Guerreiro, Coordenadora Nacional do Programa Rede de Cuidados Paliativos, referiu que a criação da rede institui um novo paradigma – “a humanização “ dos serviços prestados aos utentes que têm necessidade de Cuidados Continuados.
Referiu que a criação desta Unidades de Cuidados Paliativos são um sinal de “desenvolvimento do país” que se preocupa com os seus doentes.
Salientou que o Plano Nacional, em breve, criará condições para que em todo o pais possa existir apoio para as pessoas que carecem destes cuidados.
Inês Guerreiro, referiu que o programa da Rede que está a ser criado em Portugal – “está a ser monitorizado pela OMS”, sendo reconhecido como “um projecto piloto”.
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