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Perspectivas

Centro Cultural e Recreativo Juventude do Lavradio - BARREIRONo 40º aniversário está por realizar o sonho de construção da sede social

Rui Caixinha, presidente da direcção do Centro Cultural e Recreativo Juventude do Lavradio, no decorrer da Sessão Solene evocativa do 40º aniversário sublinhou que o sonho do clube está por realizar – “a construção da nossa sede social”.

José Manuel Fernandes, da Confederação das Colectividades, recordou que em Portugal são cerca de 360 mil homens e mulheres que desenvolvem funções de dirigentes associativos voluntários.
“O trabalho voluntário das colectividades, a nível nacional, é um importante contributo para a valorização dos tempos livres e da cidadania” – sublinhou.

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Centro Cultural e Recreativo Juventude do Lavradio - BARREIRO No 40º aniversário está por realizar o sonho de construção da sede social

Por Jornal Rostos

Rui Caixinha, referiu que «a carolice, é um chavão que está em crise ou em vias de extinção», mas, apesar de tudo, sublinhou o clube ainda «vai herdando carolice para fazer desta casa aquilo que ela é hoje».
«É preciso mais dinâmica e iniciativa para tornar o clube mais plural” – sublinhou, acrescentando que o Juventude do Lavradio continua a ser uma associação que promove a cultura e o desporto.
O presidente da Direcção do Juventude do Lavradio referiu que «sabemos das dificuldades do país» e referiu que essas dificuldades contribuem para que o sonho do clube não tenha sido concretizado – “o nosso sonho está por realizar a construção da nossa sede social».

360 mil dirigentes voluntários

José Manuel Fernandes, da Confederação das Colectividades, recordou que em Portugal são cerca de 360 mil homens e mulheres que desenvolvem funções de dirigentes associativos voluntários.
“O trabalho voluntário das colectividades, a nível nacional, é um importante contributo para a valorização dos tempos livres e o associativismo é uma escola de cidadania» - salientou.

Redução das Taxas contributivas do Movimento Associativo

Adolfo Lopo, presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, lançou um apelo ao representante do Governo Civil de Setúbal para que interceda no sentido de serem desenvolvidas iniciativas no sentido de serem reduzidas as taxas contributivas do Movimento Associativo.
Rui Lopo, vereador da Câmara Municipal do Barreiro, recordou que as colectividades são espaços de partilha de opiniões e de construção de amizades.
O autarca salientou que as dificuldades actuais não permitem à autarquia dar mais contributos para o desenvolvimento da acção associativa.
Rui Lopo, referiu que a doação de terrenos, como foi feito ao Juventude do Lavradio, tem sido uma linha de acção da autarquia para desenvolver a vida associativa.

Espaços de partilha de memórias e valorização da identidade das comunidades

Miguel Jorge, representante do Governo Civil de Setúbal, referiu que as colectividades «prestam um serviço à comunidade», sendo espaços de «partilha de memórias» e de valorização da «identidade» das comunidades.
«As associações são espaços de aprendizagem da cidadania» - sublinhou
Miguel Jorge, referiu que para além das diferenças ideológicas e partidárias é fundamental que seja construída «uma sociedade mais justa e fraterna».

A ternura dos quarenta

Na sessão estiveram representados o Grupo Desportivo Fabril, Grupo Sport Chunquilho Lavradiense, AURPIL, Cooperativa Pluricoop, Associação de Caçadores do Lavradio e Bombeiros.
Foram entregues emblemas a associados que completaram 25 anos de vida associativa – Maria Odete, maria Carmem e Piteira.
Jorge Tamissa , presidente da Mesa da Assembleia Geral sublinhou que ao longo da sua história «a nossa colectividade teve sempre muita juventude mas é preciso, mais juventude, mais juventude».
A sessão encerrou com o tradicional beberete e corte do bolo de aniversário, como foi referido, pelo representante do Governador Civil de Setúbal, «um aniversário que é marcado pela ternura dos quarenta».

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