A maior concentração de gentes da Moita e da regiãoTarde do Fogareiro já tem uma projecção regional
“Está aqui o espírito da festa. O espírito da festa no convívio e na confraternização. Este dia é um reencontro das pessoas. “ – sublinhou João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, acrescentando – “Eu acho que a Tarde do Fogareiro, hoje, já tem uma projecção regional”.

Por Jornal Rostos
“Há aqui gente de todo o lado, para além dos nossos vizinhos, de Alcochete, do Montijo, do Seixal, do Barreiro, nós temos aqui gente de todo o lado. Há emigrantes que trazem com eles amigos.
Este convívio já ultrapassa as festas em si, sendo a Tarde do Fogareiro um expoente, muito forte.
Não podemos dizer que é o expoente máximo, porque estas festas têm vários expoentes máximos, mas, na verdade, é um expoente muito forte das nossas Festas e do espírito da festa” – referiu João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita, aos órgãos de comunicação social.
Um amigo trás outro amigo
João Lobo, recordou que há uns anos atrás a Comissão de Festas decidiu transformar, aquilo que era uma tradição local, quando algumas pessoas, especialmente, aqueles a que vivem na Avenida Teófilo Braga, que, normalmente, quando acaba a largada utilizam a placa central para almoçar e confraternizar.
“Então, surgiu a ideia de num dia, manter as fronteiras fechadas e criar a Tarde do Fogareiro.
São grupos de pessoas que informalmente, um amigo trás outro amigo, aqui, passam uma tarde de diversão, de convívio, confraternização, é uma tarde gastronómica…e outras coisas” – referiu João Lobo.
“Isto prolonga-se ao longo da tarde, e, só lá para as 20 horas é que começa a desmobilizar, mesmo assim, ainda há uns resistentes.
E, quando começar o «Huga Huga» com a Charanga do Rosário, então vai ser festa grande, ninguém para isto” – sublinhou o autarca.
Participam entre as 5 e as 6 mil pessoas
“Na nossa estimativa, muito empírica, nós pensamos que participam na Tarde do Fogareiro, um conjunto de pessoas, que ronda entre as 5 e as 6 mil pessoas” – refere João Lobo.
“Está aqui o espírito da festa. O espírito da festa no convívio e na confraternização.
Este dia é um reencontro das pessoas. Está aqui a Guarnição de um barco da NATO – Vasco da Gama – com 110 pessoas, que tiveram folga para vir à Tarde do Fogareiro.
Há grupos de gente do Hospital Garcia da Orta, gente da Policia, há aqui gente de tudo o lado, pessoas que vão conhecendo a Tarde do Fogareiro, através de amigos, um amigo trás outro amigo, ou então trás um amigo também, e, vai-se criando este grosso humano, com as t’shirts, com a amizade, que é, no fundo, o espírito da festa.
É este o espírito de festa que nós temos aqui na Moita.” – salienta o presidente da Câmara Municipal da Moita.
Tarde do Fogareiro já tem uma projecção regional
“Aqui na Tarde do Fogareiro não há ofertas para nada, isso está determinado.
Os Grupos organizam-se em si próprios – uns tratam do fogareiro, outros tratam da carne.
Há grupos que já se quotizam durante o ano, para depois, terem a verba necessária, para viverem a Tarde do Fogareiro.” – sublinhou o autarca.
“Eu acho que esta Tarde do Fogareiro, hoje, já tem uma projecção regional.
Há gente de todo o lado, para além dos nossos vizinhos, de Alcochete, do Montijo, do Seixal, do Barreiro, nós temos aqui gente de todo o lado. Há emigrantes que trazem com eles amigos.” – salientou João Lobo.
Convívio já ultrapassa as festas em si
“Este convívio já ultrapassa as festas em si, sendo a Tarde do Fogareiro um expoente, muito forte.
Não podemos dizer que é o expoente máximo, porque estas festas têm vários expoentes máximos, mas é um expoente muito forte das nossas Festas e do espírito da festa” – referiu o autarca.
BREVES REGISTOS













