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Perspectivas

Paulo Silva, Membro da Administração da Baía Tejo no BarreiroPlano de Urbanização importante para consolidar o Parque Empresarial

. No Parque Empresarial funcionam 200 empresas com 2000 postos de trabalho

. Remoção de resíduos iniciam-se no 1º Trimestre de 2011

. Montes de fosfogesso solução de enquadramento paisagístico

Paulo Silva, membro do Conselho de Administração da Baía Tejo, ontem, no decorrer da Conferência de Imprensa para apresentação do «Plano de Urbanização da Quimiparque e Áreas Envolventes», sublinhou que a «Baía Tejo congratula-se com na metodologia de trabalho» utilizada para o desenvolvimento do Plano e afirmou a Baía Tejo como «parceiro» da autarquia na implementação deste projecto que classificou de «âncora para consolidar o Parque Empresarial».

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Paulo Silva, Membro da Administração da Baía Tejo no Barreiro Plano de Urbanização importante para consolidar o Parque Empresarial

Por Jornal Rostos

Paulo Silva recordou que no Parque Empresarial da Báia Tejo ( Quimiparque) existem actualmente 200 empresas, que mantêm 2000 postos de trabalho.

Manter as empresas no Parque Empresarial

O membro do Conselho de Administração da Baia Tejo sublinhou que a implementação do «Plano de Urbanização da Quimiparque e Áreas Envolventes», deverá ser um contributo para «consolidar o Parque empresarial» e que tudo será feito para que a «deslocação de clientes» seja concretizada de forma que «se mantenham no Parque Empresarial».

Remoção de resíduos iniciam-se no 1º Trimestre de 2011

Paulo Silva, sublinhou igualmente que uma das prioridades para o desenvolvimento do Plano de Urbanização da Quimiparque e Áreas Envolventes», passa pela resolução da «remoção do passivo ambiental histórico».
Referiu que está em curso uma candidatura, no âmbito do QREN, na ordem dos 4 milhões de euros, perspectivando-se que no 1º trimestre de 2011, se iniciem as primeiras remoções de resíduos.
Recordou que numa segunda fase será efectuado o tratamento de resíduos ao nível de subsolo, e, que as acções a desenvolver serão concretizadas de acordo com as diferentes utilizações que estão projectadas para o território da ex-Quimiparque.
“A Baía Tejo tem estado a trabalhar arduamente” – sublinhou Paulo Silva.
o Administrador da Baia Tejo salientou que ao nível do desenvolvimento do projecto, este, será dinamizado, encontrando fontes de financiamento e garantindo o reembolso do financiamento que venha a ser concretizado.
De referir que a concretização do «Plano de Urbanização da Quimiparque e Áreas Envolventes» aponta um espaço temporal de 18 anos.

Projecto é estruturante

“Estamos confiantes com este projecto, porque consideramos que é estruturante” – salientou Paulo Silva.
O Administrador da Baía Tejo referiu que o concelho do Barreiro tem que assumir uma centralidade na Área Metropolitana de Lisboa, mas, sublinhou que «falta algo que atraia» para que não seja apenas um ponto onde se vai, e, portante de forma que o Barreiro se transforme num ponte de passagem e com atractividade.

Montes de fosfogesso solução de enquadramento paisagístico

Paulo Silva, sobre os montes de fosfogesso, localizados na zona onde está em construção a ETAR Barreiro / Moita, salientou que a solução “não implica a remoção”, apontando perspectivas de solução de enquadramento paisagístico.

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