Na Galeria Municipal do Barreiro «Comboios Suspensos» em exposição«O comboio sempre foi um transporte que me cativou»
. Até 13 de Fevereiro na Galeria Municipal
Luísa Duarte é a autora da exposição ‘Comboios Suspensos’. A mostra inaugurou no passado Sábado, dia 15, e estará patente na Galeria Municipal do Barreiro até ao próximo dia 13 de Fevereiro. Ao ‘Rostos’, Luísa Duarte confessou que a sua paixão por comboios existe desde sempre e que a estação do Barreiro tem para si “um significado especial”.
Luísa Duarte é a autora da exposição ‘Comboios Suspensos’. A mostra inaugurou no passado Sábado, dia 15, e estará patente na Galeria Municipal do Barreiro até ao próximo dia 13 de Fevereiro. Ao ‘Rostos’, Luísa Duarte confessou que a sua paixão por comboios existe desde sempre e que a estação do Barreiro tem para si “um significado especial”.

Por Jornal Rostos
Luísa Duarte, autora da exposição ‘Comboios Suspensos’, contou ao ‘Rostos’ que demorou “cerca de uma semana” para organizar todo o seu trabalho. “Fotografei na Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF) e noutros sítios, depois juntei todas as fotografias que tinha e aqui está o resultado”, disse.
A autora da mostra explicou ao nosso jornal que o seu gosto por comboios existe “desde sempre” e salientou ainda a importância que a estação do Barreiro tem na sua vida. “O comboio sempre foi um transporte que me cativou imenso e a estação do Barreiro tem um significado especial porque era sempre aqui que eu apanhava o comboio para o Algarve”, explicou.
Luísa Duarte adiantou também que as comemorações dos 150 anos dos caminhos-de-ferro foram um “incentivo” para que expusesse o seu trabalho no Barreiro. “O Barreiro estava a comemorar os 150 anos dos caminhos-de-ferro e como gostaram do meu trabalho, decidi expô-lo aqui”, confessou Luísa Duarte.
A exposição estará patente na Galeria Municipal do Barreiro até ao próximo dia 13 de Fevereiro.
Vanessa Sardinha
A autora da mostra explicou ao nosso jornal que o seu gosto por comboios existe “desde sempre” e salientou ainda a importância que a estação do Barreiro tem na sua vida. “O comboio sempre foi um transporte que me cativou imenso e a estação do Barreiro tem um significado especial porque era sempre aqui que eu apanhava o comboio para o Algarve”, explicou.
Luísa Duarte adiantou também que as comemorações dos 150 anos dos caminhos-de-ferro foram um “incentivo” para que expusesse o seu trabalho no Barreiro. “O Barreiro estava a comemorar os 150 anos dos caminhos-de-ferro e como gostaram do meu trabalho, decidi expô-lo aqui”, confessou Luísa Duarte.
A exposição estará patente na Galeria Municipal do Barreiro até ao próximo dia 13 de Fevereiro.
Vanessa Sardinha
















