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Ary dos Santos homenageado no BarreiroUm evento integrado no Dia Mundial da Poesia

“Este é um acto simbólico” – referiu Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, hoje à tarde, na Alameda Ary dos Santos, na freguesia do Lavradio, onde foi descerrada uma placa em memória do poeta.

O autarca recordou que Ary dos Santos foi um poeta que “cantou a Liberdade, a democracia e a cidadania”.

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Ary dos Santos homenageado no Barreiro Um evento integrado no Dia Mundial da Poesia

Por Jornal Rostos

A iniciativa realizada hoje à tarde, na Alameda Ary dos Santos, de descerramento de uma placa com um poema do poeta, esteve agendada para o ano passado, mas, só agora foi concretizada.
A homenagem foi dinamizada por sugestão de um munícipe, que, hoje ficou os próprios autarcas ficaram a saber tratar-se de António Morgado, antigo presidente da Junta de Freguesia do Lavradio, que, por e-mail sugeriu à Câmara Municipal do Barreiro que fosse prestada esta homenagem, através da identificação do poeta, na Alameda com o seu nome.

Cantou a Liberdade, a democracia e a cidadania

O presidente das Câmara Municipal do Barreiro recordou que Ary dos Santos foi um poeta que “cantou a Liberdade, a democracia e a cidadania”.
Carlos Humberto, sublinhou que o extracto de poema de Ary dos Santos, que foi escolhido para a placa descerrada, encerrava um conceito que na sua opinião deve marcar a vida do Barreiro.
“A gente que invade a cidade e deve assumir a cidade como sua” – referiu o autarca, recordando que “a cidade é a nossa terra” que todos devem construir e partilhar.
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro sublinhou que a poesia de Ary dos Santos é actual porque lança o desafio de – “não perder a esperança”, neste país, onde, disse – “todos somos poetas, porque somos um país de poetas”.
A placa foi descerrada por um grupo de alunos do Agrupamento de Escolas Álvaro Velho, que esteve representado na cerimónia com membros do Conselho Directivo.
O presidente da Junta de Freguesia do Lavradio também sublinhou a importância da evocação da memória do poeta.
João Saraiva, poeta lavradiense, leu um poema de Ary dos Santos.

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