Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro«Não sabemos se o Barreiro vai continuar a ser município»
. Autarquia quer envolver as colectividades na produção energias renováveis
Ontem à tarde, no decorrer da sessão de assinatura pública dos Acordos-Quadro de Desenvolvimento e Investimento de Produção e Reestruturação Ambiental e Energética integrados no Eco-Desafio, Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu que perante a existência do programa da troika – “Não sabemos se o Barreiro vai continuar a ser um município”.
Ontem à tarde, no decorrer da sessão de assinatura pública dos Acordos-Quadro de Desenvolvimento e Investimento de Produção e Reestruturação Ambiental e Energética integrados no Eco-Desafio, Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, referiu que perante a existência do programa da troika – “Não sabemos se o Barreiro vai continuar a ser um município”.

Por Jornal Rostos
Ontem à tarde, no no Eco-Moinho do Jim, decorreu a sessão de assinatura pública dos Acordos-Quadro de Desenvolvimento e Investimento de Produção e Reestruturação Ambiental e Energética integrados no Eco-Desafio, que envolveu quatro colectividades do Concelho: SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, Grupo Dramático e Recreativo “Os Leças”, Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense “Os Penicheiros” e o Futebol Clube Barreirense.
Envolver as colectividades na produção energias renováveis
Nuno Banza, vereador da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área do Ambiente, referiu que a autarquia assumiu o compromisso de promover este projecto, pioneiro a nível nacional, que visa contribuir para que as colectividades do Concelho do Barreiro, adquiriram boas práticas de gestão ambiental, através da produção de energia que podem vender à rede- “através da produção energias renováveis”
Recordou que o projecto está a ser implementado desde o ano de 2009, tendo sido o Sporting Clube Lavradiense, a primeira colectividade que integrou o Eco-Desafio.
O autarca sublinhou que este projecto se insere em objectivos mais gerais dinamizados pela S.energia, tendo por objectivo que o Barreiro possa dar – “um salto positivo na redução de CO2” , e, desta forma, cumprir o Pacto dos Autarcas, ao qual se registou recentemente a adesão do concelho do Barreiro.
Abertura de candidaturas a todas as colectividades
Regina Janeiro, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área do associativismo, sublinhou o facto desta iniciativa ser realizada no âmbito das acções que assinalam o Dia Nacional do Associativismo.
A autarca salientou que é importante apoiar as colectividades, todo o movimento associativo, reconhecendo-o como parceiro, e, ajudando-o a reduzir as despesas, tornando-as colectividades que vivam, de forma auto-sustentável.
Regina Janeiro referiu que vai ser aberta a possibilidade a todas as associações que pretendam apresentar candidaturas que desejem tornar-se produtoras de energia.
Redução das facturas de energia
Susana Camacho, Administradora Delegada da S.energia, referiu que este projecto de produção de energia pelas colectividades pode contribuir para a redução das facturas de energia, e, portanto, as colectividades tiram proveito directo de produção de energias renováveis.
Alteração do tarifário de energia
Rogério da Ponte, Administrador da empresa «Selffergy», que celebrou o acordo com as colectividades, referiu que este é um investimento que terá um retorno num prazo de 7 a 8 anos.
Sublinhou que é importante continuar a desenvolver este tipo de projectos.
Por outro lado, alertou, que a implementação do programa da troika pode dar origem a alterações no regime de tarifário da energia.
Nós precisamos de sinais de confiança
O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que esta iniciativa “é importante e simbólica”, destacando o facto de se realizar no Moinho do Jim, perto do Rio Tejo, e fazendo a ponte entre as fontes de energia tradicionais e proto-industriais e as novas energias alternativas .
Segundo o autarca, “este é um sinal de modernidade do Movimento Associativo” que se “em vez de se fechar nas dificuldades, dá sinal que pretende avançar”.
Referiu a importância deste projecto que estabelece a parceria entre a Câmara Municipal do Barreiro, Movimento Associativo e empresas de alta tecnologia ao nível da energia.
Carlos Humberto, salientou que não estava a hipervalorizar esta iniciativa da autarquia, mas, referiu, perante as dificuldades – “nós precisamos de sinais de confiança”.
Barreiro tem se afirmar como uma centralidade
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que perante tantas incertezas – “Não sabemos se o Barreiro vai continuar a ser um município”.
Na sua intervenção, a propósito da proximidade do Rio Tejo, Carlos Humberto, sublinhou que este espelho de água, tem que se transformar “na maior praça do país”, contribuindo para aproximar as duas margens e valorizar as zonas ribeirinhas das duas margens do Tejo.
O autarca sublinhou que o Barreiro tem se afirmar como uma centralidade, na cidade região que é Lisboa.
Envolver as colectividades na produção energias renováveis
Nuno Banza, vereador da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área do Ambiente, referiu que a autarquia assumiu o compromisso de promover este projecto, pioneiro a nível nacional, que visa contribuir para que as colectividades do Concelho do Barreiro, adquiriram boas práticas de gestão ambiental, através da produção de energia que podem vender à rede- “através da produção energias renováveis”
Recordou que o projecto está a ser implementado desde o ano de 2009, tendo sido o Sporting Clube Lavradiense, a primeira colectividade que integrou o Eco-Desafio.
O autarca sublinhou que este projecto se insere em objectivos mais gerais dinamizados pela S.energia, tendo por objectivo que o Barreiro possa dar – “um salto positivo na redução de CO2” , e, desta forma, cumprir o Pacto dos Autarcas, ao qual se registou recentemente a adesão do concelho do Barreiro.
Abertura de candidaturas a todas as colectividades
Regina Janeiro, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pela área do associativismo, sublinhou o facto desta iniciativa ser realizada no âmbito das acções que assinalam o Dia Nacional do Associativismo.
A autarca salientou que é importante apoiar as colectividades, todo o movimento associativo, reconhecendo-o como parceiro, e, ajudando-o a reduzir as despesas, tornando-as colectividades que vivam, de forma auto-sustentável.
Regina Janeiro referiu que vai ser aberta a possibilidade a todas as associações que pretendam apresentar candidaturas que desejem tornar-se produtoras de energia.
Redução das facturas de energia
Susana Camacho, Administradora Delegada da S.energia, referiu que este projecto de produção de energia pelas colectividades pode contribuir para a redução das facturas de energia, e, portanto, as colectividades tiram proveito directo de produção de energias renováveis.
Alteração do tarifário de energia
Rogério da Ponte, Administrador da empresa «Selffergy», que celebrou o acordo com as colectividades, referiu que este é um investimento que terá um retorno num prazo de 7 a 8 anos.
Sublinhou que é importante continuar a desenvolver este tipo de projectos.
Por outro lado, alertou, que a implementação do programa da troika pode dar origem a alterações no regime de tarifário da energia.
Nós precisamos de sinais de confiança
O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que esta iniciativa “é importante e simbólica”, destacando o facto de se realizar no Moinho do Jim, perto do Rio Tejo, e fazendo a ponte entre as fontes de energia tradicionais e proto-industriais e as novas energias alternativas .
Segundo o autarca, “este é um sinal de modernidade do Movimento Associativo” que se “em vez de se fechar nas dificuldades, dá sinal que pretende avançar”.
Referiu a importância deste projecto que estabelece a parceria entre a Câmara Municipal do Barreiro, Movimento Associativo e empresas de alta tecnologia ao nível da energia.
Carlos Humberto, salientou que não estava a hipervalorizar esta iniciativa da autarquia, mas, referiu, perante as dificuldades – “nós precisamos de sinais de confiança”.
Barreiro tem se afirmar como uma centralidade
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, salientou que perante tantas incertezas – “Não sabemos se o Barreiro vai continuar a ser um município”.
Na sua intervenção, a propósito da proximidade do Rio Tejo, Carlos Humberto, sublinhou que este espelho de água, tem que se transformar “na maior praça do país”, contribuindo para aproximar as duas margens e valorizar as zonas ribeirinhas das duas margens do Tejo.
O autarca sublinhou que o Barreiro tem se afirmar como uma centralidade, na cidade região que é Lisboa.


















