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Jornadas Pedagógicas das escolas do Concelho do BarreiroContribuir para criar o «Movimento da Escola de Afectos»

No âmbito do Projecto Educação para a Saúde (PES) realizaram-se as “IV Jornadas Pedagógicas das escolas do Concelho do Barreiro, I Jornada do ACES Arco Ribeirinho”, subordinadas ao tema “Escola de Afectos, Escola de Sucesso”.

Na sessão de encerramento, Mário Durval, Coordenador da Unidade de Saúde Pública do ACES, sublinhou que as escolas – “devem promover actividades que possam ligar a escola à intervenção social”.

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Jornadas Pedagógicas das escolas do Concelho do Barreiro Contribuir para criar o «Movimento da Escola de Afectos»

Por Jornal Rostos

No âmbito do Projecto Educação para a Saúde (PES) realizaram-se as “IV Jornadas Pedagógicas das escolas do Concelho do Barreiro, I Jornada do ACES Arco Ribeirinho”, subordinadas ao tema “Escola de Afectos, Escola de Sucesso”.
Na sessão de encerramento, Mário Durval no conjunto de ideias- força de conclusões, referiu a necessidade de existir articulação de todos os elementos da comunidade escolar, pais, professores, alunos, para que possa ser planificada a intervenção.
Esta tem que ser uma acção que tenha por referência a “articulação de gerações”.
O Coordenador da Unidade de Saúde Pública, sublinhou que nos projectos a desenvolver nas escolas é preciso estimular o sentimento de “pertença” de forma que todos se apoderem da escola.
“Uma escola de todos feita por todos” – sublinhou, acrescentando que – “os alunos gostam da sua escola se for sua”.
Referiu que, a “descoberta da identidade” da escola é importante para que todo sintam que – “somos indivíduos no colectivo”.
Recordou, neste contexto a importância de ser dada uma atenção especial à inclusão dos deficientes.

As organizações têm que ser organizações que aprendem

Mário Durval, salientou que nas conclusões das Jornadas era sentida a importância de uma pedagogia de inovação, onde, seja possível – “aprender com os insucessos”, de forma a continuar “a descobrir novos caminhos”, porque, “todos aprendem com todos” .
“As organizações têm que ser organizações que aprendem” – sublinhou.
Referiu a importância de se “ouvir os alunos” de se “cuidar dos alunos”, como caminho para se “ajudar a discutir e a planear”. Neste contexto recordou a necessidade de existir “disponibilidade dos pais”

Ligar a escola à intervenção social

“Os órgãos de gestão da escolas devem operacionalizar os planos da escola” – sublinhou Mário Durval, e, neste sentido, referiu – “devem promover actividades que possam ligar a escola à intervenção social”.
Recordou que os responsáveis da área de Saúde são um suporte e podem dar um contributo para ajudar a discutir e a planear.
Na sessão de encerramento Mário Durval foi agraciado com uma oferta especial, foi lhe entregue, “o 1º tijolo do Movimento da Escola de Afectos”.

De referir que esta iniciativa teve como objectivo aprofundar o debate sobre os conceitos e as práticas pedagógicas em educação para a saúde, tendo sido um contributo para partilhar experiências pedagógicas em educação para a saúde e divulgar práticas inovadoras no âmbito do PES, com a participação de escolas dos concelhos do Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete.

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