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Perspectivas

Helena Sardinha Pereira nas Jornadas Pedagógicas do Barreiro«Cada vez há mais alunos com crises de pânico»

“A educação sexual não começa na educação da sexualidade, mas, sim começa na educação das emoções” – sublinhou Helena Sardinha Pereira, no decorrer da Jornadas Pedagógicas das Escolas do Concelho do Barreiro, I Jornada do ACES Arco Ribeirinho, realizadas no âmbito do Projecto Educação para a Saúde (PES).

Segundo Helena Sardinha Pereira a «Educação Emocional» na escola é essencial para evitar o insucesso escolar e para combater o bulling nas escolas.

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Helena Sardinha Pereira nas Jornadas Pedagógicas do Barreiro «Cada vez há mais alunos com crises de pânico»

Por Jornal Rostos

“A educação sexual não começa na educação da sexualidade, mas, sim começa na educação das emoções” – sublinhou Helena Sardinha Pereira, no decorrer da Jornadas Pedagógicas das escolas do Concelho do Barreiro.
“É preciso começar pela Educação Emocional” – referiu.

Os alunos não conseguem controlar as emoções

Helena Sardinha Pereira, divulgou o projecto que tem desenvolvido na sua actividade pedagógica sobre a Educação das Emoções, e, referiu a importância da Educação das Emoções, recordando que esta é, actualmente, uma experiência desenvolvida em diversos países.
Helena Pereira, considera de grande importância que os alunos aprendam a controlar as emoções e vivem muitas vezes situações de “crises de pânico” e “crise de ansiedades”.
“Os alunos não conseguem controlar as emoções” – sublinhou, porque, na sua opinião – “não há a Escola de Afectos”.

Temos é que controlar as emoções

Helena Sardinha Pereira, referiu que é importante que os alunos compreendam que “o medo, a ansiedade, são coisas normais, e, ainda bem que nós temos emoções”.
“O problema das emoções é quando saem foram do controlo” – sublinhou, acrescentando que – “as emoções são importantes, temos é que controlar as emoções”.
Na sua intervenção, recordou que nos seus contactos com os alunos, sempre alertou para o facto que – “as emoções fazem parte da mente” e que “a parte emocional é fundamental para tudo o que nós temos”.
Recordou que as emoções têm que ser “controladas” pela parte racional e com “ponderação”.

As emoções positivas ajudam à criatividade

Helena Sardinha Pereira, referiu que – “cada vez há mais alunos com crises de pânico”.
E, neste contexto, alertou para o facto de existirem “emoções negativas” e “emoções positivas”.
“As emoções positivas ajudam à criatividade” – salientou, acrescentando que – “as emoções protegem das ameaças e dos perigos”.
Helena Sardinha Pereira, apresentou vários exemplos de rostos, com diferentes expressões emotivas, que utilizou como motivação para debater as emoções nas salas de aula com os seus alunos.
A cultura marca as emoções

Helena Sardinha Pereira defendeu que na escola deve existir um trabalho de análise das emoções, de pesquisa sobre a origem das emoções – “um trabalho sobre os sentimentos com origem nas emoções”.
Recordou que a “cultura” é indissociável das “emoções” – “a cultura marca as emoções”.
Neste contexto sublinhou a importância de cada aluno sentir individualmente as emoções, como ponto de partida para se capaz de perceber os sentimentos dos outros – “é cativante trabalhar a educação emocional” – referiu.

Educação Emocional evita o insucesso escolar

Segundo Helena Sardinha Pereira a Educação Emocional na escola é essencial para evitar o insucesso escolar, para combater o bulling nas escolas, e, permite realizar um conjunto diversificado de actividades.
Segundo Helena Sardinha Pereira, através da sua experiência sobre Educação Emocional, reconhece que – “os alunos ensinaram” e “os professores aprenderam com as experiências dos alunos”.

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