Festas do Barreiro 2011Um encontro de emoções e sentimentos
Barreiro «não pode esquecer Malangatana»
As Festas do Barreiro vão realizar-se entre 12 e 21 de Agosto, em honra de Nª Srª do Rosário, no dia de abertura o palco principal vai receber os Homens da Luta.
Outro momento de relevo, nas Festas de 2011, será o Tributo a Malangatana, que irá realizar-se no dia 13 de Agosto, a partir das 19 horas, no Largo Bento Jesus Caraça.
No palco principal vão marcar presença, entre outros, os UHF, Cacique´97 e o grupo Companhia Limitada.
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, emocionado, referiu que o Barreiro “não pode esquecer Malangatana”, por essa razão nas Festas do Barreiro, será prestada uma homenagem, uma forma de partilhar a obra de arte e o artista – “acima de tudo o ser humano”.

Por Jornal Rostos
Mónica Duarte, Vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, responsável pelas Festas do Barreiro, hoje, no decorrer da Conferência de Imprensa, para divulgar o programa das Festas de 2011, sublinhou que estas são “umas festas únicas”, que serão marcadas por actividades simultâneas em diferentes palcos, contam igualmente com a realização do Concurso de Gastronomia Ribeirinha, e, também com a MEI – Mostra Empresarial e Institucional.
Recordar Malangatana
A autarca sublinhou que um dos pontos relevantes das Festas de 2011 será a homenagem a Malangatana, que terá um espaço dedicado a recordar os momentos que esteve no Barreiro a construir o monumento «Paz e Amizade».
Mónica Duarte salientou que no âmbito do programa será realizada a Procissão em Honra de Nº Srª do Rosário e diversas actividades religiosas.
Um palco animado e vivo
Referiu que no Palco Principal das Festas irão marcar presença a abrir no dia 12 de Agosto, os Homens da Luta, para além dos UHF, no dia 19 de Agosto; também os Cacique´97, no dia 20 de Agosto e o Expensive Soul, a encerrar o programa no dia 21 de Agosto.
O espectáculo de Dança com os MGBOOS VOUGHETTO, no dia 13 de Agosto, o grupo Companhia Limitada, no dia 16 de Agosto, a Banda Municipal do Barreiro, no dia 15 de Agosto, os URBAN VIBSZ, no dia 18 de Agosto, a Noite de Fados, a 17 de Agosto e O Festival de Folclore, no dia 14 de Agostos, são outros momentos do palco principal.
Esta é a festa do concelho do Barreiro
Raul Malacão, presidente da Junta de Freguesia do Barreiro, sublinhou que as Juntas de Freguesia do concelho marcarão presença nas Festas do Barreiro, com um Pavilhão na MEI, onde divulgarão actividades das freguesias.
Recordou que a Junta de Freguesia participa nas Festas apoiando as actividades que decorrem na área da Juventude.
“Esta é a festa do concelho do Barreiro” – sublinhou o autarca.
Festas são um encontro de emoções e sentimentos
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, referiu que as festas são possíveis realizar pelo conjunto de esforços desenvolvidos por diversas entidades.
“Estas são as festas do concelho do Barreiro com as quais muita gente se identifica, nomeadamente a comunidade Católica” – sublinhou.
O autarca salientou que as Festas são “um ponto de encontro e de convívio”, e, perante as dificuldades dos tempos de hoje, ainda são mais importantes, porque muitas pessoas não têm possibilidades de sair do Barreiro.
“As Festas são um encontro de emoções e sentimentos” – referiu que contribuem para dar a conhecer “o Barreiro que somos, o que fomos e que queremos ser”.
Custos são menos 50% que nos anos anteriores
Interrogado sobre o orçamento das festas, o presidente da Câmara Municipal do Barreiro referiu que o investimento – “é significativamente menor que o dos anos anteriores, menos cerca de 50 por cento”
“Foi muito mais difícil arranjar apoios” – sublinhou Carlos Humberto.
Barreiro “não pode esquecer Malangatana”
O presidente da Câmara Municipal do Barreiro, emocionado, referiu que o Barreiro “não pode esquecer Malangatana”, por essa razão nas Festas do Barreiro, será uma oportunidade de prestar-lhe uma homenagem, uma forma de partilhar a obra de arte e o artista – “acima de tudo o ser humano”.
Carlos Humberto recordou os momentos que o artista moçambicano viveu no Barreiro para construir o monumento escultórico – “uma referência da sua obra artística”, que marca a amizade entre os povos e trouxe “um pouco de África e de Moçambique para o Barreiro”.













