Central de Cogeração da Fisigen no BarreiroUtiliza tecnologias do mais novo que existe no país
A Central de Cogeração da FISIGEN arrancou com o seu funcionamento industrial no dia 1 de Abril de 2010.
O projecto teve um investimento que rondou os 25 milhões de euros.
“Um dos benefícios desta Central é reduzir os impactos ambientais, disso, não há a mínima dúvida” – refere Rodrigues Alves, Gestor da Central de Cogeração da Fisigen.
O projecto teve um investimento que rondou os 25 milhões de euros.
“Um dos benefícios desta Central é reduzir os impactos ambientais, disso, não há a mínima dúvida” – refere Rodrigues Alves, Gestor da Central de Cogeração da Fisigen.

Por Jornal Rostos
A Central de Cogeração da FISIGEN foi construída para permitir dar continuidade ao processo de laboração da FISIPE, que, para continuar com a sua produção carece de vapor.
Esta Central nasceu por essas razões, para servir a FISIPE, empresa que já funciona há muitos anos no concelho do Barreiro, sendo, ao longo do tempo da sua existência, abastecida de energia térmica, pela antiga Central da EDP, que encerrou, devido a legislação com origem em Directivas Europeias, que colocam restrições, no âmbito do Protocolo de Quioto.
A EDP comunicou à FISIPE e à AP que ia proceder ao encerramento da Central, por essa razão, foi desenvolvido um projecto de construção de uma nova Central de fornecimento energia.
Este projecto inicialmente é desenvolvido conjuntamente pela FISIPE, AP e EDP, mas, acabou por ser dinamizado apenas pela FISIPE e EDP.
O projecto teve um investimento que rondou os 25 milhões de euros.
Redução dos impactos ambientais
Rodrigues Alves, Gestor da Central de Cogeração da Fisigen, sublinha que a tecnologia de cogeração é independente do tipo de combustível utilizado na central, e, salienta, que já a anterior Central da EDP do Lavradio utilizava este tipo de tecnologia de cogeração, embora utilizando outro tipo de combustível mais poluente.
“Nos últimos anos, tem sido feita a aposta no gás, por ser um combustível mais limpo, não tem enxofre e a nível de CO2 e de compostos de azoto, é mais benéfico, sendo o seu impacto ambiental muitíssimo menor, e, quando digo muitíssimo, é milhares de vezes menor” – sublinha Rodrigues Alves.
Balanço de funcionamento é muito bom
A Central de Cogeração da Fisigen começou a funcionar no dia 29 de Dezembro de 2009, estando em período de testes durante três meses.
O seu funcionamento industrial arrancou no dia 1 de Abril de 2010.
“O balanço que fazemos deste tempo de funcionamento é muito bom, e, sendo uma instalação nova, naturalmente, existe sempre a expectativa de alguns pequenos problemas que é preciso limar. Temos registado situações, que, são menores e facilmente ultrapassadas” – salienta Rodrigues Alves.
Energia eléctrica pode abastecer 4 mil lares
A Central fornece dois tipos de energia – eléctrica e térmica.
A energia térmica é fornecida à FISIPE, sob a forma de vapor, sendo este o único cliente da Central.
A energia eléctrica é vendida à Rede Eléctrica Nacional.
“Para a Rede Eléctrica Nacional já foi vendido aquilo que era expectável” – é sublinhado.
“A energia eléctrica que nós colocamos na rede nacional poderá abastecer na ordem de 4 mil lares.” – salienta Rodrigues Alves .
Investimento recuperado em de 15 anos
De acordo com os estudos prévios do projecto, o investimento realizado, com a construção da Central da FISIGEN, os cálculos apontam para que o investimento seja recuperado num prazo de 15 anos.
Na nova Central trabalham 12 pessoas, em turnos de 24 horas, oriundos da antiga Central do Barreiro e também da Central de Setúbal.
Tecnologia de cogeração pura
A nova Central tem sido visitada por diversos grupos de estudantes, especialmente do ensino superior da área do Ambiente.
“As visitas visam colocar os estudantes em contacto com uma central que funcione com sistema de cogeração, num contexto em que a cogeração recorre ao que de mais novo existe no país” - refere Manuel Rebelo, responsável da Gestão Técnica.
“Esta tecnologia que nós temos implementada é uma cogeração pura, porque, nós temos máquinas de turbinas a gás, em contexto muito recente, com materiais produzidos por empresas nacionais” – sublinha.
Melhoria da qualidade ambiental
A nova Central de Cogeração da FISIGEN é, de alguma forma, o maior investimento realizado no concelho do Barreiro nos últimos anos, e, para além da modernização tecnológica, contribui de forma muito positiva para a melhoria da qualidade ambiental do concelho do Barreiro.
“Um dos benefícios desta Central é reduzir os impactos ambientais, disso, não há a mínima dúvida” – refere Rodrigues Alves, Gestor da Central de Cogeração da Fisigen.
EDIÇÃO IMPRESSA JORNAL ROSTOS
http://www.rostos.pt/edicoes/mensal/pdf/Rostos_80.pdf
Esta Central nasceu por essas razões, para servir a FISIPE, empresa que já funciona há muitos anos no concelho do Barreiro, sendo, ao longo do tempo da sua existência, abastecida de energia térmica, pela antiga Central da EDP, que encerrou, devido a legislação com origem em Directivas Europeias, que colocam restrições, no âmbito do Protocolo de Quioto.
A EDP comunicou à FISIPE e à AP que ia proceder ao encerramento da Central, por essa razão, foi desenvolvido um projecto de construção de uma nova Central de fornecimento energia.
Este projecto inicialmente é desenvolvido conjuntamente pela FISIPE, AP e EDP, mas, acabou por ser dinamizado apenas pela FISIPE e EDP.
O projecto teve um investimento que rondou os 25 milhões de euros.
Redução dos impactos ambientais
Rodrigues Alves, Gestor da Central de Cogeração da Fisigen, sublinha que a tecnologia de cogeração é independente do tipo de combustível utilizado na central, e, salienta, que já a anterior Central da EDP do Lavradio utilizava este tipo de tecnologia de cogeração, embora utilizando outro tipo de combustível mais poluente.
“Nos últimos anos, tem sido feita a aposta no gás, por ser um combustível mais limpo, não tem enxofre e a nível de CO2 e de compostos de azoto, é mais benéfico, sendo o seu impacto ambiental muitíssimo menor, e, quando digo muitíssimo, é milhares de vezes menor” – sublinha Rodrigues Alves.
Balanço de funcionamento é muito bom
A Central de Cogeração da Fisigen começou a funcionar no dia 29 de Dezembro de 2009, estando em período de testes durante três meses.
O seu funcionamento industrial arrancou no dia 1 de Abril de 2010.
“O balanço que fazemos deste tempo de funcionamento é muito bom, e, sendo uma instalação nova, naturalmente, existe sempre a expectativa de alguns pequenos problemas que é preciso limar. Temos registado situações, que, são menores e facilmente ultrapassadas” – salienta Rodrigues Alves.
Energia eléctrica pode abastecer 4 mil lares
A Central fornece dois tipos de energia – eléctrica e térmica.
A energia térmica é fornecida à FISIPE, sob a forma de vapor, sendo este o único cliente da Central.
A energia eléctrica é vendida à Rede Eléctrica Nacional.
“Para a Rede Eléctrica Nacional já foi vendido aquilo que era expectável” – é sublinhado.
“A energia eléctrica que nós colocamos na rede nacional poderá abastecer na ordem de 4 mil lares.” – salienta Rodrigues Alves .
Investimento recuperado em de 15 anos
De acordo com os estudos prévios do projecto, o investimento realizado, com a construção da Central da FISIGEN, os cálculos apontam para que o investimento seja recuperado num prazo de 15 anos.
Na nova Central trabalham 12 pessoas, em turnos de 24 horas, oriundos da antiga Central do Barreiro e também da Central de Setúbal.
Tecnologia de cogeração pura
A nova Central tem sido visitada por diversos grupos de estudantes, especialmente do ensino superior da área do Ambiente.
“As visitas visam colocar os estudantes em contacto com uma central que funcione com sistema de cogeração, num contexto em que a cogeração recorre ao que de mais novo existe no país” - refere Manuel Rebelo, responsável da Gestão Técnica.
“Esta tecnologia que nós temos implementada é uma cogeração pura, porque, nós temos máquinas de turbinas a gás, em contexto muito recente, com materiais produzidos por empresas nacionais” – sublinha.
Melhoria da qualidade ambiental
A nova Central de Cogeração da FISIGEN é, de alguma forma, o maior investimento realizado no concelho do Barreiro nos últimos anos, e, para além da modernização tecnológica, contribui de forma muito positiva para a melhoria da qualidade ambiental do concelho do Barreiro.
“Um dos benefícios desta Central é reduzir os impactos ambientais, disso, não há a mínima dúvida” – refere Rodrigues Alves, Gestor da Central de Cogeração da Fisigen.
EDIÇÃO IMPRESSA JORNAL ROSTOS
http://www.rostos.pt/edicoes/mensal/pdf/Rostos_80.pdf


















