Com a Lei dos Compromissos TCB’s – BarreiroFicam com verba para pagar salários e 33% para pagar gasóleo e combustível.
“São trabalhadores que têm sido duramente atingidos nos seus direitos, nos seus salários, nos subsídios, na evolução das suas carreiras profissionais. Trabalhadores que têm de facto razões para lutar" - sublinhou Jerónimo de Sousa.

Por Jornal Rostos
No final da visita aos Transportes Colectivos do Barreiro, Jerónimo de Sousa, em diálogo com os jornalistas sublinhou que o “sentimento com que saímos daqui, mais que a preparação é um estímulo à Greve Geral”.
O dirigente do PCP salientou que os trabalhadores dos TCB’s vão dar uma grande adesão à Greve Geral.
Trabalhadores têm razões para lutar
“São trabalhadores que têm sido duramente atingidos nos seus direitos, nos seus salários, nos subsídios, na evolução das suas carreiras profissionais. Trabalhadores que têm de facto razões para lutar, acrescidas de dificuldades que resultam do Orçamento de Estado, de discriminação dos próprios Transportes Colectivos do Barreiro, que, com a chamada Lei dos Compromissos, vai significar que os TCB’s ficam com verba para pagar salários e 33% para pagar gasóleo e combustível” – sublinhou Jerónimo de Sousa.
Impedir que muitos direitos se percam no futuro
“Mesmo sabendo que custa muito aos trabalhadores perder um dia de salário, tendo em conta as dificuldades económicas que resultam desta politica anti-social que tem sido praticada, e apesar desses custos, os trabalhadores têm consciência que lutam, mesmo com sacrifício de um dia de salário, para impedir que muitos dias de salários e muitos direitos se percam no futuro próximo, que é isso que está em causa com as alterações à Legislação Laboral que já está na Assembleia da República e que, numa outra fase, um pacote idêntico para os trabalhadores da Administração Pública” – referiu o Secretário-Geral do PCP.
Tomar o pulso à Greve Geral
“É nesse sentido que a nossa presença de estímulo e de solidariedade, e também tomar o pulso à Greve Geral, que, nós estamos em crer que apesar de todas essas dificuldades económicas dos trabalhadores, apesar da repressão, apesar das ameaças, apesar de tudo isso, estamos confiantes que haverá uma grande resposta dos trabalhadores, para agora, em relação à Legislação que está na Assembleia da República, contra a promulgação e contra a sua aplicação. É uma batalha de grande fôlego que nós estamos em crer que terá a participação dos trabalhadores portugueses” – referiu Jerónimo de Sousa.













