Saltar para o conteúdo
Perspectivas

Júlio Freire e Pedro Barradas cidadãos do BarreiroRecordados na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro

Na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, realizada ontem à noite, no Auditório da Biblioteca Municipal, o Partido Social Democrata apresentou dois «Votos de Pesar, que foram aprovados por unanimidade.
Com a aprovação dos «Votos de Pesar» foram recordados os nomes de Júlio Freire, Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, e Pedro Barradas, dirigente do Agrupamento de Escuteiros de Santo André.

2 min de leitura
Júlio Freire e Pedro Barradas cidadãos do Barreiro Recordados na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro

Por Jornal Rostos

Tiago Alves, PSD, leu o Voto de Pesar de homenagem a Pedro Barradas, referindo que este “foi um cidadão exemplar”, dirigente do Agrupamento do Corpo Nacional de Escutas de Santo André, cuja vida e dedicação foram “um exemplo para a comunidade”.

Um exemplo de dedicação a causas sociais

Bruno Vitorino, PSD, leu o Voto de Pesar, de homenagem a Júlio Freire, recordando que foi “um dos mais activos antifascisats” do concelho do Barreiro, cuja acção como Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Barreiro, fez dele um exemplo de dedicação “a causas sociais”.
“O Barreiro perdeu um homem de causas” – sublinhou o deputado do PSD.

Um cidadão activo na defesa da causa pública

André Pinotes, PS, no debate dos Votos de Pesar, sublinhou que os deputados municipais do Partido Socialista, subscrevem o «Voto de Pesar» que recorda Júlio Freire.
Por outro lado, a título pessoal e emocionado, André Pinotes, referiu que – “é difícil falar de um amigo”.
“Júlio Freire foi no decorrer da sua vida um cidadão activo na defesa da causa pública, um dos homens de maior fibra que tive o privilégio de conhecer. Solidário, bem-humorado. de trato nem sempre fácil, mas, acima de tudo um lutador pela liberdade e dignidade humana” – sublinhou.
Mágoa não ter sido reconhecida a acção anti-fascista

“Sei que nos deixou com muitas poucas mágoas, mas, a maior de todas foi o facto inegável da sua luta anti-fascista, nunca ter sido reconhecida pela terra a que tudo deu e amou. Lamento profundamente e não me sentia bem se não o afirmasse aqui” – salientou André Pinotes.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção