Manuela Fonseca uma apaixonada pelo Barreiro«Uma apaixonada pela vida e pelos outros»
A obra «Crónicas Barreirenses e outros escritos», de Manuela Fonseca, foi apresentada no domingo, pela manhã, no Café Bar da SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense.
Pedro Brinca, Director do «Setúbal na Rede» sublinhou que Manuela Fonseca, na sua escrita, é uma referência de alguém que vive e coloca «paixão na vida».
Carlos Castilho, Coordenador do Blogue do SPGL, a obra «Crónicas Barreirenses e outros escritos», pode ser definida pelas próprias palavras de Manuela Fonseca – “um livro que sou eu».
António Sousa Pereira, Director de «Rostos» sublinhou que o livro de Manuela Fonseca é um espelho da sua consciência, uma consciência feita de memória e de futuro.

Por Jornal Rostos
A obra «Crónicas Barreirenses e outros escritos», de Manuela Fonseca, foi apresentada no domingo, pela manhã, no Café Bar da SFAL – Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, num ambiente familiar que contou com a presença de algumas dezenas de amigos que partilharam este momento de apresentação da obra.
Manuela Fonseca põe emoção na vida
Pedro Brinca, Director do jornal «Setúbal na Rede» recordou que Manuela Fonseca iniciou a sua colaboração no seu jornal, no âmbito de um protocolo de colaboração com a Escola Superior de Educação, e posteriormente tornou-se um colaboradora regular do jornal, produzindo textos que espelham a sua experiência de vida e memórias, partilhando as suas ideias e valores.
Pedro Brinca sublinhou que nos textos publicados na comunicação social, agora transformados em livro, Manuela Fonseca espelha que é “uma pessoa apaixonada pela Educação», “uma apaixonada pelo Barreiro», «uma apaixonada pela vida e pelos outros».
Sublinhou o Director do «Setúbal na Rede» que Manuela Fonseca é uma pessoa que “põe emoção na vida», referindo que o que falta nos tempos de hoje – “é que haja na nossa sociedade a paixão e a emoção», sendo Manuela Fonseca uma referência na sua escrita e como pessoa de alguém que vive e coloca «paixão na vida».
Um relatório de afectos
Castilho Pais, Coordenador do Blogue do SPGL – Superior, recordou que foi colega de Manuela Fonseca na Escola Secundária de Santo André, sublinhando que as palavras que pretendia expressar sobre o livro de Manuela Fonseca, não sendo um “discurso pensado” era “um relatório de afectos”, que se traduziam em duas palavras Liberdade e Solidariedade, aquelas que marcam os textos de Manuela Fonseca.
Castilho Pais salientou que a obra «Crónicas Barreirenses e outros escritos», pode ser definida pelas próprias palavras de Manuela Fonseca – “um livro que sou eu».
Referiu que no percurso de vida ao lado de Manuela Fonseca, tal como hoje, sentiu que para ela foi sempre «tempo de lutar”.
“É aqui que te encontro sempre, é do teu lado que quero estar”- sublinhou Castilho Pais.
Já recebi tudo de todos em 300%
Manuela Fonseca, referiu a amizade que a liga de longo anos a Pedro Brinca, recordou o convite que lhe foi feito para escrever no blogue do Sindicato dos Professores, por Castilho Pais, que sempre a tratou por“uma colega conotativa”, e, também o convite para escrever no jornal «Rostos».
Salientou que “estou aqui porque a Medicina me dá paliativos para estar aqui”, referindo a dedicação e entrega de todos os que prestam serviço na Unidade de Oncologia do Hospital do Barreiro que lutam – “para levar o doente o mais longe possível”.
Manuela Fonseca recordou Maria Rosa Colaço, mulher com quem partilhou muitas emoções e com partilhou a sua vida.
A finalizar salientou que na sua vida tem recebido muitas provas de solidariedade – “já recebi tudo de todos em 300%”.
Um exemplo de amor pela vida
António Sousa Pereira, sublinhou que o livro de Manuela Fonseca é um espelho da sua consciência, uma consciência feita de memória e de futuro.
Recordou a distinção atribuída a Manuela Fonseca como «Rosto do Ano», uma distinção merecida pelo seu amor ao Ensino e à vida cultural do concelho e da região.
Sublinhou que a obra de Manuela Fonseca é um contributo importante para conhecer a vida do Barreiro e as pessoas do Barreiro.
O Director do jornal Rostos, sublinhou que Manuela Fonseca é uma mulher é uma resistente, resistente por valores, resistente no combate que trava, todos os dias, no seu amor pela vida.
“Sou eu, a criança, onde o sorriso é mesmo”
Manuela Fonseca, no encerramento da sessão recordou o contributo de Alexandra Antunes, no seu empenho na paginação do livro, um trabalho que espelha o seu olhar sobre o Barreiro, referindo que a escolha da sua fotografia de criança na contracapa.
“Sou eu, a criança, onde o sorriso é mesmo” – sublinhou.
No decorrer da sessão foram lidos textos da obra de Manuela Fonseca, por Lurdes Sales e José Miguel, do TESFAL.













