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Perspectivas

Mário Durval, Presidente da Direcção da Associação Nós - Barreiro“Não se pode exigir a formigas o que se pede a gigantes»

Mário Durval, Presidente da Direcção da Associação Nós, hoje à tarde, no final de uma visita ao projecto «Uma Cidade para todas as pessoas», salientou que a realização desta obra “representa um grande esforço para a nossa associação”.

Recordou que a obra em curso custa na ordem de 1 milhão e 600 mil euros, sendo suportados na ordem dos 500 mil euros pelo Poder Central, outros tantos 500 mil euros pelos Fundos Comunitários e cerca de 600 mil euros são da responsabilidade da associação NÓS.

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Mário Durval, Presidente da Direcção da Associação Nós - Barreiro “Não se pode exigir a formigas o que se pede a gigantes»

Por Jornal Rostos

Mário Durval, Presidente da Direcção da Associação Nós, hoje à tarde, no final de uma visita ao projecto «Uma Cidade para todas as pessoas», salientou que a realização desta obra “representa um grande esforço para a nossa associação”, sobretudo, acrescentou “representa uma enorme vontade de todos”, dirigentes, trabalhadores e associados, em agir “contra esta corrente em que estamos que infelizmente é de crise”.

Um esforço muito grande para nós

Mário Durval recordou que a obra em curso custa na ordem de 1 milhão e 600 mil euros, sendo suportados na ordem dos 500 mil euros pelo Poder Central, outros tantos 500 mil euros pelos Fundos Comunitários e cerca de 600 mil euros são da responsabilidade da associação NÓS.
“Isto significa um esforço muito grande para nós” – sublinhou, referindo que – “vamos insistir junto das entidades que nos tutelam” para que possam perceber que “não se pode exigir a formigas o que se pede a gigantes”.
“Vamos conseguir dar a volta” – referiu Mário Durval, que expressou a confiança no estabelecimento de Acordo com a Segurança Social, porque este esforço “é para servir as pessoas, para que possam viver melhor e com mais alegria”.
“É para isso que nós existimos” – salientou Mário Durval.

Uma associação com dinâmica

Ana Clara Birrento, Presidente do Centro Regional de Segurança Social d Setúbal, felicitou a associação Nós pelo seu 30º aniversário e sublinhou que esta é uma associação com dinâmica que tem procurado construir parcerias e desenvolvendo dinâmicas locais.
Ana Clara Birrento recordou que a faixa de crianças e jovens com deficiência profunda que são apoiadas pelo trabalho da NÓS – “é muito importante” e projectos como este contribuem para melhorar a qualidade de vida.

Cá estaremos para conversar

Ana Clara Birrento referiu a “coragem e a esperança” dos dirigentes da NÓS que sempre apostaram em desenvolver projectos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida.
Como que sublinhando as dificuldades referenciadas por Mário Durval, sublinhou a finalizar – “cá estaremos para conversar”.

Resolver os problemas dos cidadãos

Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, recordou que o papel das instituições é contribuir para “melhorar a qualidade de vida das populações”, acrescentando que esta obra da NÓS é mais um contributo para criar condições para que as pessoas “vivam um pouco melhor”.
“Essa é a nossa obrigação, deixar a cidade um pouco melhor” – referiu.
O autarca salientou que as instituições, tal como faz a NÓS, não devem resolver apenas os seus problemas internos, deve “olhar para fora” e darem o seu contributo para - “resolver os problemas dos cidadãos”.

Dificuldades são para ser vencidas

Carlos Humberto, salientou que vivemos “momentos complexos e difíceis” e, acrescentou que perante as dificuldades – “só há um caminho, é juntarmo-nos, partilhar com os outros e construir com os outros”.
“É preciso fazer o que é necessário e o que é possível, num esforço intenso e não desistir” – sublinhou.
Referiu, neste contexto, a coragem da associação NÓS, como um exemplo que – “as dificuldades são para ser vencidas”.

Criação de postos de trabalho

O autarca sublinhou a dinâmica das IPSS’s no concelho do Barreiro que contribuem para “resolver os problemas”, mas, disse, “não se resumem a dar contributos de carácter social” porque, “dão também contributos de carácter económico, porque criam postos de trabalho”.
“O Estado tem de analisar estas iniciativas” – sublinhou Carlos Humberto.

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