Bruno Vitorino, deputado do PSD de SetúbalA reforma é do PSD o mapa do Barreiro é do PCP
Bruno Vitorino, deputado do PSD, eleito pelo Círculo Eleitoral de Setúbal, hoje, em conferência de imprensa, afirmou a propósito da reorganização administrativa do território que – “no Barreiro o PCP foi cego e surdo”.
“O Barreiro podia ter ficado com 5 freguesias e vai ficar com 4” – sublinhou, acrescentando que – “o mapa do Barreiro é do PCP por omissão”.

Por Jornal Rostos
O deputado social democrata recordou que a discussão da reorganização administrativa do território – “tem mais de um ano”, tendo sido os parâmetros definidos com o Livro Verde.
Bruno Vitorino salienta que a Lei aprovada pelo Governo era uma oportunidade para se debater a reorganização.
No Barreiro o PCP foi cego e surdo
“No Barreiro o PCP foi cego e surdo” – salientou, acrescentando – “como a Assembleia Municipal do Barreiro não se pronunciou alguém ia fazer”.
“Nós fizemos apelos para que outros não decidissem por nós” – referiu, dando o exemplo que sempre defendeu que na agregação fosse criada uma freguesia que agregasse Barreiro, Verderena e Alto do Seixalinho.
“Nós não tínhamos uma opinião fechada, queríamos fazer a discussão” – sublinhou.
Barreiro podia ter ficado com 5 freguesias
O deputado do PSD salienta que a proposta apresentada na Assembleia da República – “não é do Grupo Parlamentar da maioria é da Unidade Técnica”.
“Este modelo do Barreiro não é seguramente o nosso” – sublinha, acrescentando que tal é o resultado da “falta por omissão do PCP”.
“A reforma é do PSD, o mapa do Barreiro é do PCP” – refere Bruno Vitorino.
“O Barreiro podia ter ficado com 5 freguesias, vai ficar com 4” – sublinha.
Tem existido o recurso “ao medo e à mentira”
“Se a maioria quiser fazer uma discussão séria, que não fez até aqui, pode apresentar propostas” – afirma Bruno Vitorino, recordando que tal pode ser feito durante a discussão da Lei na especialidade.
“Vamos ao debate sério, não temos muito tempo, mas ainda o podemos fazer” – referiu.
O deputado social democrata sublinhou que neste processo tem existido o recurso “ao medo e à mentira”.
Referiu que a proximidade das freguesias às populações vai continuar porque a lei não obriga que acabem delegações das freguesias, dando o exemplo que Coina pode manter a Delegação.
Quanto às futuras sedes das freguesias, recordou que tal será decidido pelos eleitos na novas freguesias após as próximas eleições autárquicas, recordando, por exemplo, a sede actual da Junta de Freguesia do Barreiro não tem condições de acesso e mobilidade.
No debate sério o PS ficou ausente como o PCP
O deputado do PSD referiu também que – “o Partido Socialista do Barreiro tem fito o mesmo que tem feito o PS Nacional que assumiu o memorando, assumiu o timing e agora tem posição zigazeante. Não apresentou propostas, não apresentou nada, mas diz que a proposta dele era outra”.
“No debate sério o PS ficou ausente como o PCP” – sublinhou Bruno Vitorino.
PCP optou por uma lógica ideológica
“O Presidente da Câmara podia não concordar com a Lei, podia não se pronunciar” – refere o deputado social democrata, acrescentando que, tal como o PCP, optou “numa lógica ideológica de confronto com o Governo não se pronunciar”.
“Custa ouvir o Presidente da Câmara falar como senão tivesse existido a Lei” – sublinha.













