Baixa da Banheira - MoitaUnião Desportiva e Cultural Banheirense
Onde o amor à camisola está vivo
O União Desportiva e Cultural Banheirense está a viver uma nova fase da sua história está a renascer e a reinventar os seus sonhos – o principal avançar com o projecto do complexo desportivo.
“Estou satisfeito com o trabalho que estamos a realizar. Conto com a ajuda de muitos associados e dos dirigentes. Somos uma equipa” – salienta Paulo Dias, Presidente da Direcção.

Por Jornal Rostos
O União Desportiva e Cultural Banheirense, foi fundada em 18 de Agosto de 1986, sendo a primeira iniciativa na freguesia da Baixa da Banheira de fusão de clubes, uma experiência inovadora que escreveu uma página histórica do associativismo do concelho da Moita.
O UDCB nasceu da fusão de 3 clubes: Futebol Clube “Os Leais”, Grupo Desportivo Banheirense “O Racing” e Sociedade Desportiva Banheirense “O Real”.
“No tempo da fusão o clube tinha 1200 associados e as pessoas apoiavam o clube, mas nesse tempo esbanjou-se muito dinheiro. Os investimentos realizados não foram rentabilizados” – refere Paulo Dias, Presidente da Direcção.
Clube conta com 800 associados
Paulo Dias, refere que nos últimos tempos a «União» viveu tempos difíceis – “o clube estava na penúria, não havia actividades e os sócios estavam a desistir”.
Actualmente o clube conta com 800 associados, mantém diversas secções em funcionamento – Danças Sevilhanas e Flamengo, Ténis de Mesa, Secção de Snoocker e o futebol sénior, a disputar o Campeonato Distrital da 2ª Divisão da Associação de Futebol de Setúbal.
Único clube de futebol da terra
Paulo Dias, recorda as origens do clube que acompanhou e viveu com muita intensidade, um tempo marcado pela presença do clube na 3ª Divisão do Campeonato Nacional de Futebol.
“Era o único clube de futebol da terra. Mas estar na 3ª Divisão nacional era muito caro, as dificuldades eram infinitas. Descemos à 1ª Divisão Distrital e aumentaram as dificuldades” – refere Paulo Dias.
Um Pavilhão para a comunidade
Paulo Dias, vai conversando com o jornal «Rostos» e, sente-se, que fala de uma história que conhece, que acompanhou a par e passo, mesmo nos períodos que esteve mais afastado da sua vida.
Fala-nos que é necessário criar condições é preciso melhorar as instalações.
“O Pavilhão não tem balneários. O piso está degradado. A Baixa da Banheira não tem um Pavilhão. Este pode ser o espaço da freguesia.” – refere, salientando a necessidade de avançar com obras de melhoramento de forma que o Pavilhão possa servir o clube e estar aberto à comunidade.
Há sonhos e projectos
“Há sonhos e projectos” – sublinha Paulo Dias, referindo acções que estão sendo dinamizadas de forma levar os associados a frequentar as instalações da colectividade.
Visitámos o Restaurante, com óptimas condições, um espaço muito digno, onde são promovidos almoços e jantares de grupo.
Na Sala de Jogos e na Biblioteca diversos associados divertem-se, ou jogando, ou lendo os jornais.
“O importante é que os espaços sejam utilizados pelos associados” – sublinha o Presidente da Direcção..
Paulo Dias aponta a necessidade de “fecharmos o terraço para aí poderem ser realizadas actividades de salão”.
“É preciso ter espaços e ter actividades para darmos algo às pessoas” – sublinha.
Projecto do Campo pode avançar
A Câmara Municipal da Moita em 1990, doou um terreno com 25.000 m2, nas Marinhas do Sal, destinado à construção de um Estádio Desportivo.
“Este é o grande sonho do clube. Temos que resolver esta situação o mais depressa possível. Sei que o Presidente da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, Nuno Cavaco, está apostado em a apoiar uma solução” – refere Paulo Dias.
Refere que para que dar passos em frente é preciso “alterar o projecto”, salientando que – “é uma utopia construir uma bancada para 3 mil pessoas”, com custos na ordem de 1 milhão de euros.
“O projecto do Campo pode avançar exceptuando a bancada” – sublinha Paulo Dias.
Visitámos o campo. Um complexo desportivo abandoando que pode ser potenciado se forma dados passos à medida da perna.
O que há é o amor ao clube
O clube a disputar a Divisão 2ª distrital tem vindo a ter bom desempenho – “os jogadores estão no clube pelo amor à camisola” – salienta Paulo Dias.
“É um grupo formado por filhos de ex-atletas do União. O que há é o amor ao clube” – salienta.
“Nós não temos um tostão para gastar no futebol. São eles que se organizam e não gastam um tostão do clube” – sublinha o Presidente da Direcção.
Formação pode ser um mais valia par o clube
Paulo Dias refere que a existência do Estádio Desportivo para o clube era uma mais valia porque permitia desenvolver a formação.
“Promovemos um treino de captação e inscreveram-se cerca de 60 jovens” – refere.
“A formação pode ser um mais valia par o clube, pode atrair mais jovens e mais associados” – salienta Paulo Dias.
Somos uma equipa
“Estou satisfeito com o trabalho que estamos a realizar. Conto com a ajuda de muitos associados e dos dirigentes. Somos uma equipa” – salienta.
Sentimos que o União Desportiva e Cultural Banheirense está a viver uma nova fase da sua história está a renascer e a reinventar os seus sonhos – o principal avançar com o projecto do complexo desportivo.













