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Perspectivas

Hoje no Barreiro Bombeiros do Distrito de SetúbalTreinaram a gestão de «cenários» de incêndio florestal

. Serviços Municipais de Protecção Civil são fundamentais

Decorreu hoje, no Barreiro um Exercício promovido pelo Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, com o objectivo de treinar os elementos dos Corpos de Bombeiros que integram as equipas de posto de Comando Distrital, para um cenário de um incendio florestal.

"Criar um cenário o mais próximo da realidade quanto possível, para que estes elementos, em ambiente de treino possam, de alguma forma melhorar a sua performance, conhecer-se melhor uns aos outros, criar aqui sinergias que serão obviamente transportadas para uma situação real no dia que ela aconteça” – sublinhou, ao Rostos, Patricia Gaspar,Comandante Distrital de Operações de Socorro de Setúbal.

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Hoje no Barreiro Bombeiros do Distrito de Setúbal Treinaram a gestão de «cenários» de incêndio florestal

Por Jornal Rostos

Num cenário de um incêndio na zona de Sesimbra, com a queda de um helicóptero, o exercício realizado hoje à tarde, no Barreiro, envolveu oito corporações do Distrito de Setúbal, num total de 11 formandos.
A acção decorreu nas instalações dos Bombeiros Voluntários dos Sul e Sueste do Barreiro, no Parque Empresarial da Baía do Tejo, visando preparar as equipas para intervenções no terreno, na época de Verão.

Treinar os elementos dos Corpos de Bombeiros

Patrícia Gaspar, Comandante Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, referiu ao «Rostos», que esta acção – “trata-se de um treino operacional, organizado pelo Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal, que tem como objectivo treinar os elementos dos Corpos de Bombeiros que integram as equipas de posto de Comando Distrital.
Estas são equipas que estão previamente formatadas que podem ser projectadas para um qualquer teatro de operações para apoiar naquela que é a gestão, nas suas mais diversas vertentes, nas operações de combate a um incêndio florestal”.

Criar um cenário o mais próximo da realidade

“Estamos a falar de áreas das operações propriamente ditas, à coordenação dos meios aéreos, ao planeamento, às comunicações, ao apoio logístico.
Aquilo que nós procuramos fazer aqui é criar um cenário o mais próximo da realidade quanto possível, para que estes elementos, em ambiente de treino possam, de alguma forma melhorar a sua performance, conhecer-se melhor uns aos outros, criar aqui sinergias que serão obviamente transportadas para uma situação real no dia que ela aconteça” – sublinhou Patricia Gaspar.

Serviços Municipais de Protecção Civil são fundamentais

Na acção registámos a ausência de membros dos Serviços Municipais de Protecção Civil, esclarecendo Patricia Gaspar, que – “este é um treino muito vocacionado para as equipas de comando, para os operacionais”.
“Os Serviços Municipais de Protecção Civil têm um papel fundamental, mas o trabalho com eles está a ser feito numa outra perspectiva. Estamos a fazer reuniões com todos os Serviços Municipais, inclusivé com os próprios presidentes de Câmara, desde que tomei posse já praticamente estão feitas todas as reuniões, estamos a sensibilizar para os papeis que representam nestas operações, mas que a sua função não é de cariz tão operacional. É fundamental, mas entram no apoio à sustentação destas operações. É um trabalho que está a ser feito em paralelo” – salientou a Comandante Distrital de Operações de Socorro de Setúbal.

Treinar dá resultados positivos

Numa avaliação do exercício Patricia Gaspar referiu que – “neste exercício registaram-se falhas pontuais, até diria que não serão falhas, são pontos a melhorar, que existem quase sempre, que têm a ver com a organização inicial de um teatro de operações, onde existem aspectos que devem ser limados e necessitam de algum tempo até estabilizar para que comecem a funcionar com fluidez.
Estamos a falar de alguns aspectos que são críticos, na área das comunicações, por exemplo, estamos a falar de muitos meios no teatro de operações, sendo necessário definir um plano especifico para cada teatro de operações que leva sempre algum tempo, mas, após passada fase inicial estabilizou e começou a funcionar com rapidez.
Aqui, o que se pretende é a montante da época mais critica dos incêndios florestais, pretende-se olear estes aspectos, para quando seja a sério estarmos preparados.
É preparar a época de Verão que aí vem, fizemos isso o ano passado e estamos a fazer este ano porque treinar dá resultados sempre positivos”.

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