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Perspectivas

Tatiana Marques, Vale da Amoreira – Moita«O desenvolvimento da freguesia é notório não se pode inverter este rumo»

No âmbito das comemorações do 25º aniversário da criação da freguesia do Vale da Amoreira foi efectuado o lançamento do livro «Vale da Amoreira – a história de uma freguesia», de Tatiana Marques.

A autora expressou votos que a edição deste livro possa contribuir para que muitos “aprendam a respeitar a freguesia do Vale da Amoreira e o seu povo”.

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Tatiana Marques, Vale da Amoreira – Moita «O desenvolvimento da freguesia é notório não se pode inverter este rumo»

Por Jornal Rostos

No âmbito das comemorações do 25º aniversário da criação da freguesia do Vale da Amoreira foi efectuado o lançamento do livro «Vale da Amoreira – a história de uma freguesia», de Tatiana Marques.

História de “criatividade” e “voluntariado”

Jorge Silva, presidente da Junta de Freguesia do Vale da Amoreira, sublinhou que – “este livro é o bolo de aniversário da freguesia” que oferecemos à população.
O autarca salientou o empenhamento e dedicação de Tatiana Marques, no trabalho de pesquisa que permitiu concretizar a edição da obra.
O Presidente da Junta de Freguesia do Vale da Amoreira, salientou que o “Poder Local está a ser asfixiado” com a “extinção das freguesias”.
Referiu que a obra de Tatiana Marques contribui para conhecer com “imparcialidade” a história da freguesia a “criatividade” e o “voluntariado” que contribuíram para transformar a realidade local.

Não se pode inverter o rumo

Tatiana Marques, recordou que a freguesia do Vale da Amoreira foi onde cresceu, e que com a edição desta obra esperava dar um contributo para “honrar a história do Vale da Amoreira”, as suas lutas pelo seu desenvolvimento.
Referiu que o executivo da Junta de Freguesia do Vale da Amoreira “deixa uma fasquia elevada” e salientou que “o desenvolvimento da freguesia é notório”, portanto, acrescentou – “não se pode inverter este rumo”.
Tatiana Marques, recordou que no território do Vale da Amoreira foram encontrados vestígios de actividade humana mais antiga na Península Ibérica.
No final da sua intervenção, expressou os votos que a edição deste livro possa contribuir para que muitos “aprendam a respeitar a freguesia do Vale da Amoreira e o seu povo”.

Pessoas são a riqueza do Vale da Amoreira

Daniel Figueiredo, da Grãonauta – associação cultural, que editou a obra referiu que esta obra dá um retrato das “muitas carências do Vale da Amoreira”, da sua história e evolução, e espelha o reconhecimento “capacidade e abnegação” dos autarcas e associações da freguesia – “um trabalho que não deve ser esquecido”.
“As experiências das pessoas são a riqueza humana do Vale da Amoreira” – sublinhou.

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