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Perspectivas

Barreiro - Recordar Rui Monteiro Leite«A arte como experiência do individuo e de liberdade»

Francisco Palma, artista plástico, hoje, no decorrer da sessão evoctiva da memória de Rui Monteiro Leite, uma inciativa que decorreu no Café Bar da SFAL - Sociedade Filarmónica Agrícola Lavradiense, para assinalar o 5º aniversário do falecimento daquele artista barreirense, lamentou que - "não se tenha capacidade para organizar toda a sua obra estética", uma obra que reflecte "a arte como experiência do individuo e de liberdade".

Fernando Monteiro, filho de Rui Monteiro Leite, recordou que seu pai sempre "teve presente na sua obra uma escolha pela verdade e pela espiritualidade".

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Barreiro - Recordar Rui Monteiro Leite «A arte como experiência do individuo e de liberdade»

Por Jornal Rostos

António Sousa Pereira, Director do jornal «Rostos» sublinhou o sentido simbólico desta iniciativa, que, disse - "tinha que ser realizada hoje, neste dia, que passam cinco anos desde que Rui Monteiro Leite, deixou a nossa companhia".
Referiu que no ano 2008, Rui Monteiro Leite, foi reconhecido pela imprensa regional como «Rosto do Ano» não tendo sido entregue o respectivo Diploma de reconhecimento, e, desta forma, nesta efeméride prestava uma justa hoemnagem a um artista plástico do Barreiro que sempre associou "a sua criatividade ao pensar a arte, nas suas dimensões emocional e racional".

Sua obra uma escolha pela verdade e pela espiritualidade

Fernando Monteiro, filho de Rui Monteiro Leite, recordou que seu pai sempre "teve presente na sua obra uma escolha pela verdade e pela espiritualidade".
"Foi o ser em si que ele quis alcançar com a sua obra" - referiu, acrescentando que "o núcleo da sua obra é a transcendência do homem", referindo que Rui Monteiro Leite era um apaixonado pela "luz", pelo "ser", pela "transcendência" e pela "espiritualidade".
"Ele falava muito em Deus, na verdade e na origem" - recordou.

A arte deixa o campo da estética para entrar no campo ontológico

Francisco Palma, artista plástico do Barreiro, recordou que para Rui Monteiro Leite, "falar do sofrimento e da angústia" era "falar da arte" e procurar "um sentido da história".
Referiu que para o Rui - "a obra de arte é uma passagem de uma causa para um cosmos", sublinhando que para Rui Monteiro Leite - "a arte deixa o campo da estética para entrar no campo ontológico".
Francisco Palma lamentou que - "não se tenha capacidade para organizar toda a sua obra estética", uma obra que reflecte "a arte como experiência do individuo e de liberdade".

Exposição no AMAC com a obra de Rui Monteiro Leite

Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, marcou presença na sessão e ficámos a saber que está em marcha a realização de uma exposição no Auditório Municipal Augusto Carita, para divulgar a obra de Rui Monteiro Leite.
A mãe de Rui Monteiro Leite, Arcisete Monteiro, agradeceu a realização desta evocação da memória de Rui Monteiro Leite, sublinhando que - "ele continua presente entre nós".
No final da sessão António Sousa Pereira, Director do jornal «Rostos», entregou a Fernando Monteiro, o Diploma de «Rosto do Ano - Memória» 2008.

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