Dia das Colectividades de Alhos Vedros - MoitaPromover um encontro entre colectividades para reflexão e partilha de informação

Por Jornal Rostos
No decorrer da comemoração do Dia das Colectividades de Alhos Vedros, uma sessão realizada em plena Praça da República, a Presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, a presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, salientou que – “promover aqui nesta Praça a sessão solene é querer colocar o Movimento Associativo no centro da Vila” e, também, proporcionar que todos – “possam olhar este mural, pintado pelas crianças das nossas escolas, que valorizou este espaço público que é de todos”.
“É preciso dar vida a este espaço público” – referiu a autarca.
Autarquias estão e sempre estiveram a apoiar o Movimento
A presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros, sublinhou que as autarquias – “estão e sempre estiveram a apoiar o Movimento Associativo”, acrescentando que as colectividades são “autónomas” e as comemorações do Dia das Colectividades “será sempre aquilo que as associações quiserem”.
Movimento Associativo deve promover a união
Fernanda Gaspar salientou que – “o Movimento Associativo deve promover a união” contribuindo para que “o que cada um de nós somos” possa ser transmitido aos outros – porque “os outros também fazem parte de nós”.
Neste contexto, considerou importante que se promova um encontro entre colectividades para que – “se faça uma reflexão sobre as condições das colectividades e partilha de informação”.
Fazer o caminho caminhando
Fernanda Gaspar, referiu as dificuldades dos tempos actuias – “não é fácil”, acrescentando que “o mais fácil é desistir”.
Mas, referiu os dirigentes associativos não desistem e continuam a – “fazer o caminho caminhando”.
Recordou a riqueza do Movimento Associativo de Alhos Vedros, a diversidade de eventos que promovem – “um conjunto eclético de actividades”.
Sublinhou a presença de jovens a participar na vida associativa que dão o sinal que – “a vida cai continuar”.
As associações existem porque fazem falta
Rui Garcia, vice presidente da Câmara Municipal da Moita, salientou que – “as colectividades são as pessoas que as fazem”, por essa razão, referiu, neste Dia das Colectividades ser importante olhar – “a riqueza do conjunto de pessoas que são os associativistas”.
O autarca recordou que as associações são “um produto da revolução industrial” e ao longo dos anos sempre existiram dificuldades.
“As associações existem porque fazem falta, porque as pessoas precisam de viver associadas. As pessoas precisam de se unir e encontrar respostas para as suas necessidades” – sublinhou.
Matar a fome a muitos cidadãos
Rui Garcia, referiu que perante as dificuldades dos tempos actuais, tem que existir cooperação entre as autarquias e o Movimento Associativo – “porque a união faz a força”.
Recordou que é o Movimento Associativo, nomeadamente através das IPSS’s que – “dá respostas a graves situações sociais dos tempos de hoje” cumprindo uma missão social de – “matar a fome a muitos cidadãos”.
Não reconhecimento oficial e público
No decorrer da sessão, Leonel Coelho, da Academia de Alhos Vedros, recordou que “este dia foi criado pelas colectividades” e durante muitos anos foi celebrado de forma rotativa nas diversas sedes sociais.
Salientou a importância do Movimento Associativo e afirmou que – “não reconhecimento oficial e público daquilo que nós fazemos com a nossa acção de proximidade das populações”.
Um encontro de colectividades para debater os problemas
O representante do CACAV – Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros, lançou o repto de ser realizado - “um encontro de colectividades para debater os problemas” e reflectir “sobre a importância do Movimento Associativo na comunidade”.
Referiu que o Movimento Associativo de Alhos Vedros – “é forte” – dando diversos exemplos de eventos que ao longo do ano são realizados.
Alertou ainda para a necessidade de “cativar as pessoas mais novas para abraçarem esta actividade”.
No final da sua intervenção expressou uma palavra solidária a Luis Santos, dirigente da Academia de Alhos Vedros, ausente na sessão por razões de saúde, palavras que foram motivo de um aplauso –“um abraço solidário”.
Todos aqui nos oferecemos uns aos outros
Raul Coelho prestigiado médico, referiu que estava presente na sessão – “porque estou aqui entre amigos” e porque reconhece a muita dedicação e acção desenvolvida pelo Movimento Associativo em prol da juventude, da 3ª e da 4ª idades.
“Todos aqui nos oferecemos uns aos outros” – sublinhou.
Mural - este espaço está muito bonito
O Padre Carlos, Pároco de Alhos Vedros, expressou a sua saudação e prestou um agradecimento público às crianças de Alhos Vedros que pintaram o mural –“este espaço está muito bonito”.
Feira do Livro de Alhos Vedros
No final da sessão, seguiu-se um momento de convívio e animação musical, que contribuiu para dar vida ao espaço, onde, neste momento está a decorrer a Feira do Livro de Alhos Vedros, até ao próximo dia 6 de julho.
Entretanto, refira-se na Capela da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros, pode ser visitada a exposição de Luís Delgado, até 6 de Julho, todas as noites, das 20 às 23 horas.
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