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Perspectivas

Uma homenagem que o Barreiro presta a um filho da terraExposição de Lenine Rodrigues a sua paixão pelos rios e pelo mar

Hoje à tarde, foi inaugurada no Barreiro, na Galeria Municipal de Arte, a exposição «Embarcações do Tejo», de Lenine Rodrigues.

“Lenine Rodrigues tem uma grande paixão pelo Barreiro, pelos seus rios e pelo mar. Esta exposição é uma homenagem que o Barreiro presta a um filho da terra” – salientou Lurdes Lopes, Chefe de Divisão de Cultura da Câmara Municipal do Barreiro.

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Uma homenagem que o Barreiro presta a um filho da terra Exposição de Lenine Rodrigues a sua paixão pelos rios e pelo mar

Por Jornal Rostos

Foram algumas dezenas de amigos, personalidades do Barreiro, que escreveram páginas da sua história como Armando Soares ou Daniel Cabrita, que marcaram presença na inauguração da exposição de Lenine Rodrigues, além de Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro e Regina Janeiro, vereadora responsável pela área cultural.

Uma enciclopédia na arte do Tejo

Na abertura da exposição, Lurdes Lopes, Chefe de Divisão de Cultura da Câmara Municipal do Barreiro sublinhou que Lenine Rodrigues é “um artista, um artífice, um maquetista naval”.
“Um homem que é uma enciclopédia na arte do Tejo e suas embarcações” – referiu.
“Lenine Rodrigues tem uma grande paixão pelo Barreiro, pelos seus rios e pelo mar. Esta exposição é uma homenagem que o Barreiro presta a um filho da terra” – salientou.

Não gosto de falar de mim próprio

Lenine Rodrigues, referiu que “não gosto de falar de mim próprio, prefiro que sejam outros a falar”.
Agradeceu a presença dos amigos e expressou o seu desejo para que os barreirenses visitem a exposição.
Lenine Rodrigues nasceu em 1944, no Barreiro, onde ainda reside. O Tejo e os barcos que o atravessam são, desde sempre, uma paixão que procurou transpor para a sua obra.
O artista emigrou para França em 1959, onde aprendeu a profissão de Torneiro-Mecânico. Mais tarde, frequentou a Escola de Belas Artes de Rouen e tirou um Curso de Desenho, na Escola ABC de Paris.
O regresso a Portugal aconteceu em 1976, altura em que recomeçou a sua atividade profissional como Serralheiro Mecânico, sem nunca parar de desenhar ou de fazer os modelos de embarcações típicas, que guardava para si. A divulgação do seu trabalho só começou mais tarde, por iniciativa de amigos, que incentivaram a sua entrega plena à pintura e às artes.
A madeira, a tela e a prata são matérias-primas de eleição para o artista, que conta, no seu currículo, com diversas participações em exposições, no País e no estrangeiro, e marca presença em dezenas de coleções particulares.

Obras inéditas de 2013

A exposição vai estar patente na Galeria Municipal de Arte, até ao próximo dia 19 de Outubro, pode ser visitada de 3ªa feira a sábado, das 14 às 20 horas. Encerra às segundas feiras, domingos e feriados.
A Exposição de pintura do artista barreirense inclui obras inéditas de 2013.

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