Daniel Paulo Ferreira, candidato do CDS/PP«No Barreiro nós fazemos a diferença»
“O maior empregador do Barreiro é o barco, vão todos para Lisboa” – sublinhou Daniel Paulo Ferreira.
“Uma Câmara Municipal que gera dividas, vai lançar mais impostos e elevadas taxas municipais não atraem investidores” – sublinhou Mota Soares.

Por Jornal Rostos
Jorge Teixeira, presidente da Comissão Politica Concelhia do CDS/PP, ontem à tarde, no decorrer da apresentação das listas que concorrem à Câmara Municipal e Assembleia Municipal do Barreiro sublinhou que – “este é um passo importante na afirmação do CDS no Barreiro, uma terra onde não termos representação politica nos órgãos autárquicos. Nunca elegemos nem na Câmara, nem na Assembleia, isso não nos permite influenciar a a vida politica no concelho”.
“Esperamos que a partir do dia 29 de Setembro isso mude” – sublinhou.
Um novo tempo a novo tempo do CDS no Barreiro
Nuno Magalhães, presidente da Comissão Politica Distrital do CDS/PP, referiu que a concelhia do CDS no Barreiro é “jovem e modesta, é uma concelhia que soube resistir”.
“O CDS no Barreiro e no Distrito de Setúbal é uma história de resistência e convicção” – salientou.
“No Barreiro apresentamos uma lista que muitos desejavam que não existisse. Esta lista pelo facto de ter aparecido surpreendeu e pode surpreender no dia 29 de Setembro com o seus resultado” – referiu Nuno Magalhães.
Referiu que a lista do CDS PP “não se fechou sobre si própria, abriu aos que não são do CDS/PP”, dando o exemplo do Mandatário Vítor Munhão.
Recordou que o candidato do CDS/PP à presidência da Câmara Municipal do Barreiro – “cresceu e vive no Barreiro, conhece a sua terra, pretende dedicar o seu tempo à sua terra, não anda à procura de lugares”.
“Um candidato que faz da espontaneidade e da crença a sua melhor arma politica, uma candidatura modelo que faz imaginar um novo tempo a novo tempo do CDS no Barreiro” – sublinhou.
Campanhas eleitorais são pagas pelos dinheiros públicos
Nuno Magalhães, recordou que as campanhas eleitorais são pagas pelos dinheiros públicos- “é o dinheiro dos nossos impostos” - e lançou o apelo para que seja feita, pelo CDS no Barreiro, “uma campanha simples e honesta nas suas propostas”.
Referiu que nas campanhas no Barreiro existem frases feitas como “Mais Barreiro” referindo que “também podia ser Mais Freixo-de-Espada à Cinta”.
O maior empregador do Barreiro é o barco
Daniel Paulo Ferreira, candidato do CDS/PP, sublinhou que “há gente do CDS/PP no Barreiro, hoje estamos aqui, daqui a quatro anos estaremos mais fortes, este ano é um ponto de partida”.
“A nossa campanha começou tarde e não vamos gastar um tostão, nem vamos fazer promessa, nem de construção da nova ponte, nem de baixar o IMI.” – referiu.
Salientou que o Barreiro parece “uma cidade estado”, onde “tudo é autarquia” - não há emprego, nem iniciativa privada – “tudo o que se faz é com o Orçamento do Estado, isto é com o PCP e foi com o PS”.
“O maior empregador do Barreiro é o barco, vão todos para Lisboa” – sublinhou Daniel Paulo Ferreira.
Paradigma do Barreiro tem que mudar
“Somos os únicos que não tem responsabilidades pelo estado do Barreiro, nunca tivemos um vereador, nem nunca tivemos um deputado municipal” – sublinhou o candidato do CDS/PP.
“Temos muitos jovens no Barreiro que são o futuro do CDS/PP. O CDS tem vida no Barreiro” – referiu.
“O paradigma do Barreiro tem que mudar, eu não quero a minha cidade assim, uma terra de coitadinhos. Há muito a visão dos coitadinhos.” - sublinhou.
No Barreiro nós fazemos a diferença
O candidato do CDS/PP sublinhou que isso de “querer morrer pobre e honrado” não é o seu ponto de vista para a vida – “prefiro morrer rico e honrado, sempre é melhor que morrer pobre e honrado”.
A finalizar o candidato do CDS/PP referiu que após as eleições – “iremos apresentar as nossas propostas para o Barreiro ao presidente que for eleito”.
“No Barreiro nós fazemos a diferença” – salientou.
As pessoas não votam em cartazes, votam em soluções
Mota Soares, referiu que a sua presença no Barreiro, justifica-se pela amizade e pelas palavras ditas pelo candidato do CDS/PP, Daniel Paulo Ferreira – “uma terra onde dizem que o CDS não existe”, mas que tem vindo a afirmar-se com base num “trabalho de formiguinha, um trabalho feito com paixão, crença e abnegação”
Recordou que o país vive tempos de grandes dificuldades, e que começam a sentir-se sinais de recuperação - “um país que há dois anos atrás esteve à beira da bancarrota”.
Neste contexto apelou à realização de uma campanha eleitoral com contenção – “as pessoas não votam em cartazes, votam em soluções”.
“Quem faz campanha esbanjando dinheiro, vai para as Câmaras, quando eleitos esbanjar o dinheiro” – referiu.
“Uma Câmara Municipal que gera dividas, vai lançar mais impostos e elevadas taxas municipais não atraem investidores” – sublinhou.













