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João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita cessanteAbstenção «uma séria ameaça ao nosso regime democrático»

João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita cessante, no decorrer da tomada de posse dos novos eleitos, referiu que a abstenção, registada no concelho da Moita e no país – “representa uma séria ameaça ao nosso regime democrático, onde só o envolvimento e a participação esclarecida de todos pode contribuir de modo decisivo para a construção de um país de progresso, com futuro”.

“Rui Garcia, homem íntegro e de caráter que dará continuidade a um projecto autárquico onde as pessoas estão em primeiro” - referiu.

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João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita cessante Abstenção «uma séria ameaça ao nosso regime democrático»

Por Jornal Rostos

João Lobo, presidente da Câmara Municipal da Moita cessante, no decorrer da tomada de posse dos novos eleitos, referiu que – “não posso deixar de destacar a elevada abstenção, registada não só no concelho da Moita, mas em todo o território nacional, o que constitui um forte motivo de preocupação pelo alheamento dos cidadãos, e que representa uma séria ameaça ao nosso regime democrático, onde só o envolvimento e a participação esclarecida de todos pode contribuir de modo decisivo para a construção de um país de progresso, com futuro”.

Aumentando o desemprego para números nunca vistos

João Lobo, referiu que as recentes eleições autárquicas – “se concretizaram num período conturbado da vida politica e social portuguesa, com uma crise que se arrasta há mais de três anos, com medidas de combate ao deficit e a intervenção da troika que mais não tem feito que empobrecer a população sem diminuir a divida pública, reduzindo, isso sim, de forma drástica a capacidade financeira de milhares de famílias, com consequências desastrosas para as suas vidas, e aumentando o desemprego para números nunca vistos”.

Uma extinção orientada a régua e esquadro

“Além de toda a instabilidade social e financeira, este acto eleitoral realizou-se perante um novo quadro de reorganização administrativa do território, e destas eleições saíram os eleitos que vão dirigir os destinos das freguesias agregadas, fruto de, imposta às populações sem atender à sua identidade, à sua história, cultura, património e, essencialmente, às suas necessidades, o que constitui um duro golpe do pilar do Poder Local Democrático, e que os eleitos, espero que de todos os quadrantes políticos do município da Moita continuarão a reinvidicar” – sublinhou João Lobo.

Um concelho que cresceu

O autarca lançou o repto para “defesa do serviço público”, recordando que nos últimos 37 anos, foi nesse sentido que os autarcas trabalharam, contribuindo para “melhorar a qualidade de vida da população do concelho da Moita”.
“Um concelho que cresceu, que aumentou e melhorou a sua oferta de equipamentos e serviços, que investiu nas redes viárias, no saneamento e abastecimento de água, nos espaços verdes, na cultura, na educação, no património, na acção social e que proporciona, hoje, um vasto leque de soluções aos seus munícipes” – afirmou João Lobo.
“Acompanhei este crescimento nos últimos vinte anos e hoje é com honra e orgulho que vejo tomar posse o meu amigo e camarada Rui Garcia, homem íntegro e de caráter que dará continuidade a um projecto autárquico onde as pessoas estão em primeiro” - referiu.

Assembleia Municipal proactiva

João Lobo, que vai assumir as funções de presidente da Assembleia Municipal da Moita, expressou a vontade de dinamizar a actividade daquele órgão municipal – “tornando-a proactiva e próxima dos cidadãos”.

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