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Primeira reunião da Câmara do BarreiroFoi marcada por votos contra e abstenção dos vereadores socialistas

. Carlos Humberto esclareceu que o prazo de entrega das propostas foi cumprido

Bruno Vitorino, vereador eleito pelo PSD, salientou que os vereadores socialista, na reunião anterior na posição que tomaram para decidir o sentido de voto “só falaram em tempo”, agora dizem que não foi assim, mas que – “foi do ponto de vista politico” .

“Não tinham tempo para ler alguns documentos, mas tiveram tempo para decidir como votar, ou contra ou abster-se. Não conseguindo aprovar coisas básicas, como subsídios de transportes” – sublinhou Regina Janeiro, vereadora eleita pela CDU.

Marcelo Moniz, PS, salientou que os vereadores socialistas não aprovaram – “por dúvidas legais”.

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Primeira reunião da Câmara do Barreiro Foi marcada por votos contra e abstenção dos vereadores socialistas

Por Jornal Rostos

Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, na reunião pública, realizada na Sala de Sessões dos Paços do Concelho, no decorrer dos trabalhos esclareceu a propósito da posição politica e votação dos vereadores socialistas, na anterior reunião de Câmara, privada, que o prazo legal de apresentação de documentos para as reuniões é de dois dias – 48 horas.

Prazo legal foi cumprido

O autarca recordou que na anterior reunião de Câmara, privada, os vereadores do Partido Socialista declararam, que o prazo era de cinco dias para apresentação de propostas para a ordem dia, e, tal, não tinha sido cumprido, por essa razão declararam que não votariam favoravelmente as propostas, optando por votar contra e pela abstenção.
Carlos Humberto, sublinhou que de acordo com a legislação o prazo de entrega das propostas sendo de 48 horas, foi cumprido, pois foram entregues no dia da tomada de posse – domingo e a reunião realizou-se na 4ª feira.
“Com este esclarecimento, ficam as coisas clarificadas” – referiu.

Prazos razoáveis para a avaliar as propostas

Luis Ferreira, PS, afirmou que o problema colocado pelos vereadores socialistas foi de “natureza politica”.
Referiu que nas propostas existiam empreitadas que não tinham tempo para avaliar, para além de “responsabilidades legais”.
Por outro lado, sublinhou que os vereadores socialistas - “estão a trabalhar numa sala com duas secretárias e não têm computador”.
Neste contexto salientou que os vereadores socialistas carecem de – “prazos razoáveis para a avaliar as propostas”.

Tiveram tempo para decidir como votar

Regina Janeiro, recordou que os vereadores do PS, na reunião anterior de Câmara, entre as propostas que não votaram favoravelmente estavam os subsídios de transportes.
“Não tinham tempo para ler alguns documentos, mas tiveram tempo para decidir como votar, ou contra ou abster-se. Não conseguindo aprovar coisas básicas como a atribuição de subsídios de transportes” – sublinhou.

Por dúvidas legais

Marcelo Moniz, PS, salientou que os vereadores socialistas não aprovaram – “por dúvidas legais”.
Recordou que o PS – “congratulou-se com o apoio atribuído aos bombeiros”.

Dúvidas podem ser sempre esclarecidas

Bruno Vitorino, salientou que os vereadores socialista, na reunião anterior na posição que tomaram para decidir o sentido de voto “só falaram em tempo”, agora dizem que não foi assim, mas que – “foi do ponto de vista politico” .
“Do ponto de vista politico fui eu que o fiz” – sublinhou - “não falem com essa convicção toda, quando depois as coisas não são assim”.
O deputado social democrata perante as posições dos vereadores socialista, que na reunião privada falaram que a sua posição tinha a ver com o prazo legal de entrega das propostas e agora afirmarem razões de natureza politica, recordou que – “as reuniões estão gravadas e as dúvidas podem ser sempre esclarecidas”.

Opção de voto dos socialistas

Carlos Humberto, reafirmou o entendimento que teve da reunião anterior, sobre a posição assumida pelos vereadores socialistas, os quais disseram que não votavam a favor nenhuma proposta e que optava por votar contra e pela abstenção, devido ao não cumprimento do prazo de entrega dos documentos para a reunião.
“Reafirmo esse entendimento que tive da reunião privada” – sublinhou.

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