Assembleia Municipal do BarreiroAprova por unanimidade taxa de Derrama de 1.5%
Sónia Lobo, apresentou à Assembleia Municipal do Barreiro, a proposta de Derrama a aplicar no ano 2014, recordou que “o valor cobrado tem vindo a diminuir de ano para ano”, por essa razão a Câmara Municipal deliberou “manter a taxa de 1.5%”.
A proposta foi aprovada por unanimidade.
A proposta foi aprovada por unanimidade.

Por Jornal Rostos
Ontem à noite, na reunião da Assembleia Municipal do Barreiro, realizada em Santo António da Charneca, nas instalações da SFUA 1º de Dezembro, um dos pontos da ordem de trabalhos foi a taxa de Derrama sobre lucro tributável em 2013 a cobrar no ano de 2014.
Sónia Lobo, vereadora responsável pela área das Finanças, apresentou à Assembleia Municipal do Barreiro, a proposta de Derrama a aplicar no ano 2014, recordou que “o valor cobrado tem vindo a diminuir de ano para ano”, por essa razão a Câmara Municipal deliberou “manter a taxa de 1.5%”.
A autarca salientou que a derrama não irá afectar sujeitos com volume de negócios na ordem dos 150 mil, tendo em conta portanto os micro e pequenos empresários.
No decorrer do debate não se registaram intervenções sobre a proposta de Derrama apresentada pela Câmara Municipal do Barreiro, tendo Rui Ferrugem, CDU, sublinhado numa intervenção – “sobre a derrama não há opiniões divergentes”.
A proposta foi aprovada por unanimidade.
Sónia Lobo, vereadora responsável pela área das Finanças, apresentou à Assembleia Municipal do Barreiro, a proposta de Derrama a aplicar no ano 2014, recordou que “o valor cobrado tem vindo a diminuir de ano para ano”, por essa razão a Câmara Municipal deliberou “manter a taxa de 1.5%”.
A autarca salientou que a derrama não irá afectar sujeitos com volume de negócios na ordem dos 150 mil, tendo em conta portanto os micro e pequenos empresários.
No decorrer do debate não se registaram intervenções sobre a proposta de Derrama apresentada pela Câmara Municipal do Barreiro, tendo Rui Ferrugem, CDU, sublinhado numa intervenção – “sobre a derrama não há opiniões divergentes”.
A proposta foi aprovada por unanimidade.













