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Barreiro Reconhecido Antifascista 2014PS recusa votar proposta de atribuição da distinção

“Enquanto chumbarem a atribuição da distinção de «Barreiro Reconhecido» na área de Resistência Anti fascista, a Júlio Freire os vereadores socialistas não votam a atribuição desta distinção” – sublinhou Marcelo Moniz, ontem à tarde, no decorrer da reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro, realizada em Palhais.

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Barreiro Reconhecido Antifascista 2014 PS recusa votar proposta de atribuição da distinção

Por Jornal Rostos

Ontem à tarde, no decorrer da reunião pública da Câmara Municipal do Barreiro, realizada na Escola do Ensino Básico de Palhais, durante o primeiro ponto da ordem de trabalhos, destinado à aprovação da acta da reunião ordinária privada, Marcelo Moniz, vereador eleito pelo Partido Socialista, antes da aprovação, solicitou que fosse efectuada uma correcção, no ponto relativo à atribuição do Galardão «Barreiro Reconhecido» na área da «Resistência Antifascista», sublinhando que os vereadores do Partido Socialista “não votaram a proposta».
“Enquanto chumbarem a atribuição da distinção de «Barreiro Reconhecido» na área de Resistência Anti fascista, a Júlio Freire os vereadores socialistas não votam a atribuição desta distinção” – sublinhou Marcelo Moniz.

Eleitos do Partido Socialista não votaram proposta

Foi referido que o galardão que será entregue no próximo dia 28 de Junho – Feriado Municipal do Barreiro - de atribuição da Distinção «Barreiro Reconhecido», na área da «Resistência Antifascista», foi aprovada por seis dos nove eleitos, na Câmara Municipal do Barreiro, dado que os três eleitos do Partido Socialista, não votaram a proposta.

A palavra tem valor

Carlos Humberto, Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, lamentou que esta matéria que, normalmente, é debatida em reunião privada – “tenha sido referida em público”, quando tinha sido acordado que seria matéria de “forum privado” e, salientou - “nisto a palavra tem valor”.
“Agora toda a gente sabe, uma parte do que foi discutido” – disse Carlos Humberto.
Marcelo Moniz, referiu o “incómodo” que causaram as suas palavras, afirmando que pretendeu justificar a “posição dos vereadores do PS”.

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