Alcochete - Encerramento do Centro de Saúde de PassilAfecta a vida de cerca de 300 utentes

Por Jornal Rostos
A Autarca sublinhou que a formalização da adesão do município de Alcochete ao Movimento «Cidades dos Afectos» - “foi fácil integrar”, porque a autarquia tem – “vindo a apostar no afecto, através das nossas politicas de proximidade”.
Susana Custódio, salientou que “acolher com carinho”, “expressar no olhar um sorriso” ou “manter disponibilidade de afectos” , num permanente “dar e receber”, nem que seja um “Bom dia!”, são referências da gestão autárquica.
Indignação pelo encerramento do Centro de Saúde de Passil
Na sua intervenção recordou que o município aposta na valorização e defesa dos direitos dos cidadãos, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos ou na Constituição da República Portuguesa, que está a celebra os seus 40 anos.
Recordou Sérgio Godinho, na sua canção que só há liberdade a séio quando houver o direito à paz, habitação, saúde e pão, neste contexto, expressou a sua indignação pelo encerramento do Centro de Saúde de Passil, que prejudica uma população idosa, sem condições de mobilidade.
A autarca, sublinhou que vai continuar a “fazer ouvir a voz” por esta diminuição desta prestação de cuidados de saúde que devia ser servida pelo Serviço Nacional de Saúde.
Pelo que apurámos, no decorrer da reunião o Centro de Saúde de Passil prestava serviço a cerca de 300 utentes e, após o falecimento do médico que, durante anos, esteve ao serviço da população, não tem sido possível a colocação de um novo médico.














